Presidente Dilma Rousseff conversa com presidente da Colômbia e ex-presidenta do Chile

Chegada da presidenta da República, Dilma Rousseff, no Itamaraty, para receber as credenciais dos embaixadores.
Chegada da presidenta da República, Dilma Rousseff, no Itamaraty, para receber as credenciais dos embaixadores.
Chegada da presidenta da República, Dilma Rousseff, no Itamaraty, para receber as credenciais dos embaixadores.
Chegada da presidenta da República, Dilma Rousseff, no Itamaraty, para receber as credenciais dos embaixadores.

A presidenta Dilma Rousseff conversa ainda hoje (12/08/2011), por telefone, com o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, e a ex-presidenta do Chile Michelle Bachelet, que atualmente chefia a Agência para Mulheres das Nações Unidas. Bachelet quer que Dilma participe em setembro, em Nova York, de reuniões relativas às discussões que ocorrem na agência no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU).

As informações são do assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia. Segundo ele, Dilma deve aceitar o convite para participar das reuniões da agência comandada por Bachelet. A agência se equipara, em funções, ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Na prática, a Agência para Mulheres das Nações Unidas reúne o Fundo da ONU para o Desenvolvimento da Mulher (Unifem), a Divisão da ONU para o Avanço da Mulher, o Instituto Internacional de Pesquisas e Capacitação para a Promoção da Mulher e o Escritório do Assessor Especial para Assuntos de Gênero.

Com o presidente da Colômbia, Dilma deve conversar sobre o aumento dos investimentos bilaterais. Empresários brasileiros mostram interesse em investir mais na Colômbia e o tema deve ocupar a maior parte do diálogo entre a presidenta e Santos. As negociações ocorrem no momento que as nações sul-americanas buscam o fortalecimento político e econômico da região na tentativa de combater os impactos da crise financeira internacional.

Dilma monta agenda de viagens internacionais carregada até o final do ano

Até o final deste ano, a presidenta Dilma Rousseff pretende ir a pelo menos quatro países da América do Sul, um da Europa, um da África e um euroasiático, assim como já está confirmada a ida dela à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos. A ideia é intensificar parceriais, fortalecer as relações sul-americanas e defender as principais propostas do Brasil.

Dilma ainda não fechou a agenda de viagens internacionais. Mas sinalizou que pretende ir à Colômbia, Venezuela, ao Uruguai e Paraguai, na América do Sul. Antes, irá aos Estados Unidos, à Bélgica, Bulgária (país de origem do pai da presidenta) e Turquia.

Os países da América do Sul devem entrar na agenda da presidenta apenas no final de outubro ou começo de novembro. Para a presidenta, é fundamental unir esforços para implementar ações que melhorem o quadro social e de infraestrutura dos países vizinhos. No primeiro semestre, Dilma foi à Argentina, ao Peru, Paraguai e Uruguai.

Paralelamente, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, disse que conclui em dezembro as visitas aos 12 países da América do Sul. Antes de a presidenta ir a um determinado país, o chanceler vai ao local para negociar acordos e examinar demandas e expectativas. Segundo ele, falta apenas o Suriname, para onde pretende ir em breve.

O assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, também foi incumbido pela presidenta de viajar para alguns países vizinhos. Garcia disse que nos próximos dias segue para a Bolívia e, na sequência, visita Peru, Equador e Colômbia.

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