EBDA desenvolve cotonicultura sustentável no Sudoeste da Bahia

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A preparação do solo, plantio, manejo, colheita, transporte, beneficiamento e a comercialização – todas as etapas da cultura do algodão, ligada à agricultura familiar -, são assistidos e acompanhados pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri).

A EBDA estimula e apóia as iniciativas de desenvolvimento sustentável da cotonicultura do Vale do Iuiu e da região Sudoeste da Bahia através da prestação de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e pesquisa com atividades agrícolas.

Solos de alta fertilidade, topografia plana, que permite a mecanização, e agricultores familiares qualificados são algumas das vantagens competitivas da região. A retomada do algodão no Sudoeste tem sido, também, um fator de agregação familiar, já que a cultura é uma das que permite maior distribuição de renda.

Maior produção no Vale do Iuiu

Com o Programa de Desenvolvimento Sustável da Cotonicultura, o Governo do Estado, através da EBDA/Seagri e outros parceiros e colaboradores, pretende ampliar a cultura na região. Através do Programa, mil agricultores familiares do Vale do Iuiu, no Sudoeste baiano, serão beneficiados com o trabalho de subsolagem de 2 mil hectares (2 ha por família) para cultivo do algodão na próxima safra, que começa em outubro.

A atividade de preparo do solo, de forma diferenciada, será desenvolvida pela EBDA em nove municípios (Malhada, Iuiu, Palmas de Monte Alto, Guanambi, Urandi, Pindaí, Candiba, Brumado e Livramento), que, associada ao trabalho de Ater, espera aumentar a produtividade regional. A empresa treina os agricultores na cultura do algodão, orienta o melhoramento do algodoeiro, aborda os aspectos legislativos do controle de pragas e o uso correto de agrotóxicos, e ensina técnicas de manejo do algodoeiro.

Área plantada, produção e produtividade

Segundo a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (ABAPA), a área plantada com algodão no cerrado baiano será 48% maior em 2010/11, ficando em 362,7 mil hectares, contra 245 mil hectares no ciclo anterior. Em consequência, a produção também deve disparar, com 58% de incremento estimado, saindo de 371,7 mil toneladas de algodão em pluma em 2009/10, para 587,6 mil toneladas de pluma neste ciclo.

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