Feira de Santana: diretores da Construtora LMarquezzo afirmam que mercado está aquecido e que empresa vai lançar mais um produto com a marca Bangalay

Os irmãos Marques, Rogério e Ricardo, afirmam que mercado está aquecido, e que a empresa assinou protocolos junto ao Banco do Brasil e outras instituições financeiras com objetivo de ofertar uma ampla linha de crédito aos clientes.
Os irmãos Marques, Rogério e Ricardo, afirmam que mercado está aquecido, e que a empresa assinou protocolos junto ao Banco do Brasil e outras instituições financeiras com objetivo de ofertar uma ampla linha de crédito aos clientes.
Sede da Construtora LMarquezzo, na Avenida Maria Quitéria, em Feira de Santana.
Sede da Construtora LMarquezzo, na Avenida Maria Quitéria, em Feira de Santana.
Os irmãos Marques, Rogério e Ricardo, afirmam que mercado está aquecido, e que a empresa assinou protocolos junto ao Banco do Brasil e outras instituições financeiras com objetivo de ofertar uma ampla linha de crédito aos clientes.
Os irmãos Marques, Rogério e Ricardo, afirmam que mercado está aquecido, e que a empresa assinou protocolos junto ao Banco do Brasil e outras instituições financeiras com objetivo de ofertar uma ampla linha de crédito aos clientes.

Os diretores da Construtora LMarquezzo, Rogério e Ricardo Marques, concederam entrevista exclusiva ao diretor do Jornal Grande Bahia, Carlos Augusto. A entrevista foi gravada na sede da empresa (Avenida Maria Quitéria, 524 – Feira de Santana), no dia 19 de agosto de 2011.

Os irmãos Marques afirmam que mercado está aquecido, e que a empresa assinou protocolos junto ao Banco do Brasil e outras instituições financeiras com objetivo de ofertar uma ampla linha de crédito aos clientes. Com atuação em outros municípios baianos, a empresa pretende lançar em breve um produto com a marca do conceituado empreendimento Reserva Bangalay.

“A marca Bangalay é algo que desejamos seguir à frente. Porque desejamos realizar empreendimentos com alto padrão arquitetônico, excelente localização, qualidade construtiva inquestionável e acabamento impecável. Por entendermos que todos esses requisitos são importantes para os nossos clientes.”

 Jornal Grande Bahia – Como é que está esse mercado imobiliário em Feira de Santana, principalmente agora que teve esse problema com a construtora R Carvalho? Como é que vocês enxergam essa situação, e como anda a construtora L Marquezzo?

Rogério Marques – Eu acho que o problema que está acontecendo com a R Carvalho, é um problema isolado no cenário da construção civil. Então, hoje o mercado é comprador, o mercado está bom, todo o cenário é positivo.

Foi lançado, recentemente, o Programa Minha Casa, Minha Vida 2, um programa que veio para incentivar a atividade da construção civil. A Caixa Econômica a cada dia que passa se estrutura mais ainda, vivencia o programa Minha Casa, Minha Vida, e a cada dia que passa o programa é aperfeiçoado.

Então, o cenário para a gente hoje é totalmente positivo. Eu acho que quem conseguiu passar pelo que foi o programa Minha Casa, Minha Vida 1, que foi a fase de implementação, irá colher muito na frente. Porque o Minha Casa, Minha Vida2, virá com novos valores, novos reajustes. Então, o cenário é positivo.

Vemos um cenário mais positivo ainda, porque a sabemos que o déficit habitacional no Brasil é muito grande, principalmente no Nordeste. Então, nós estamos num local privilegiado, Feira de Santana é uma cidade que consegue fazer empreendimentos onde os terrenos se encaixam no programa Minha Casa, Minha Vida, onde os clientes têm recebido incentivo do governo, com isenção das taxas de juros e subsídios.

Estamos em um cenário totalmente positivo, diferente de algumas capitais, onde tem o preço dos terrenos elevados e não consegue se encaixar em empreendimentos voltados para o Minha Casa, Minha Vida.

Feira de Santana é uma cidade almejada por todas as construtoras. Então, por sermos feirense temos esse privilégio de estarmos em uma cidade que é destaque no cenário brasileiro, em número de contratos assinados e em unidades entregues.

Outro fator que nos diferencia enquanto construtora é que conhecemos o segmento, a cidade, e sabemos como atuar. É diferente de uma empresa que vem de fora, para poder trabalhar em Feira de Santana. Enquanto nós conhecemos os clientes e o mercado local.

Ricardo Marques – A empresa L Marquezzo trabalha não só com a Caixa Econômica, mas também com o Bradesco e Banco do Brasil. Nós assinamos um empreendimento com o Banco do Brasil. Estamos preparados para trabalhar não apenas com o sistema da Caixa Econômica, e sim com vários bancos privados e outras instituições como Banco do Brasil.

A L Marquezzo junto com a Caixa Econômica, neste mês de agosto, atinge a marca de 400 contratos assinados em um único mês. Estamos assinando o empreendimento do Central Park, com média de 300 contratos. No total, apenas neste mês de agosto devemos assinar em torno de 500 contratos coma agentes financeiros e clientes. A L Marquezzo está firme e forte no mercado, dando continuidade ao trabalho.

JGB – Existe uma queixa generalizada, isso percorre o país inteiro, com relação aos contratos firmados entre os clientes, a construtora e o agente financeiro referente à entrega. Como a L Marquezzo tem andado com relação aos prazos de entrega? Vocês tem que tipo dificuldades? E se existem quais são? Ou vocês têm conseguido entregar os empreendimentos dentro dos prazos contratados?

Rogério Marques – Todo o nosso cronograma foi reajustado e desenvolvemos um novo planejamento. Tivemos que refazer os cronogramas de obras para poder se adequar ao número de assinaturas. Então, toda situação está sobre o controle da L Marquezzo. Embora tenhamos refeito os prazos de entrega, mantemos a situação sobre controle.

JGB –  Todos os canteiros de obra da L Marquezzo estão em pleno funcionamento?

Rogério Marques – Com certeza. A todo vapor.

Ricardo Marques – E incrementando mais ainda, estamos trabalhando para antecipar a entrega das obras e obedecer ao cronograma.

JGB – Existe uma queixa por parte dos construtores em relação a qualificação da mão de obra. Vocês tem tido esse problema?

Rogério Marques – Com certeza. Pelo aquecimento do mercado de construção civil, o mercado hoje ficou escasso de mão de obra qualificada. O pedreiro, servente, eletricista, essa mão de obra qualificada ficou difícil. Então, hoje a gente sofre por essas questões. O servente tem muitos no mercado, agora mão de obra qualificada não tem, e quando a gente quer engrenar uma obra e precisa contratar, temos dificuldade em encontrar pessoas qualificadas.

Ricardo Marques – Na L Marquezzo capacitamos os nossos próprio funcionário. Ele é qualificado dentro da empresa. Só que com um número muito grande de obras, tivemos dificuldades em qualificar, de uma única vez, um grande contingente de profissionais. Mesmo come estas dificuldades estamos qualificação os nossos funcionários, para poder atender a demanda do mercado.

JGB – A L Marquezzo também tem uma atuação fora de Feira de Santana. Como é que estão essas atuações de vocês? Onde elas estão ocorrendo? E o que vocês estão planejando para um futuro próximo?

Rogério Marques – Temos 600 unidades em construção em Jacobina, com perfil de zero a três salários mínimos. No final do ano estaremos entregando a primeira etapa desse empreendimento.

Temos o Golden Park outro empreendimento de incorporação de três a seis, com 160 unidades residenciais. Entregamos no mês de maio, 96 unidades do empreendimento, e estaremos entregando agora em dezembro, mais 64 unidades. Finalizando tudo no prazo contratado.

Estamos em Campo Formoso com 400 unidades em execução. A entrega está programada para o final de 2011, é um empreendimento classificado para faixa de renda de zero a três salários mínimos. Ao todo, atuamos em mais seis municípios do interior da Bahia.

Ricardo Marques – Em Feira de Santana, contamos com produtos de variada linha de mercado. Não apenas com foco nos empreendimentos de zero a três salários mínimos. A explo do Senador Life e do Vesatto Senador.

JGB – Falando um pouco de um empreendimento que fez sucesso, que foi o Bangalay. Que balanço vocês fazem do empreendimento? E parece que existe uma expectativa no mercado a respeito do Bangalay 2.

Rogério Marques – O Bangalay foi um produto totalmente bem sucedido. Ele foi lançado em 2008, em plena crise de 2008, e o produto foi vendido todo num final de semana. No coquetel de lançamento foi vendido todo o empreendimento. Então, foi uma queda de paradigma.

Quando se falava muito na crise dos Estados Unidos, a gente lançou o empreendimento, antes do programa Minha Casa, Minha Vida, e foi todo aquele sucesso do empreendimento.O Bangalay foi entregue também no inicio do ano [2011], os clientes estão muito satisfeitos, por temos tido o cuidado com qualidade da obra e do acabamento apresentado.

Estamos projetando um novo Bangalay, o Eco Resort Bangalay. O empreendimento se encontra em fase de projeto e esperamos lançar nos próximos seis meses. Ele esta sendo planejado com objetivo de preservar espaços ecológicos e será dotado de grande infraestrutura de lazer, vai contar haras e uma localização privilegiada. Será um empreendimento arrojado, que conta com o selo de qualidade L Marquezzo.

O empreendimento está sendo projeto para um terreno a poucos quilômetros de Feira de Santana, próximo a BA que liga a São Gonçalo. Trata-se de um terreno plano, elevado, com excelente ventilação, acesso e localização.

A marca Bangalay é algo que desejamos seguir à frente. Porque desejamos realizar empreendimentos com alto padrão arquitetônico, excelente localização, qualidade construtiva inquestionável e acabamento impecável. Por entendermos que todos estes requisitos são importantes para os nossos clientes.

Carlos Augusto
Sobre Carlos Augusto 9140 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).