Estradas baianas pedagiadas continuam em situação precária, diz deputado Carlos Geilson

Vista aérea de trecho da Rodovia BR-324, em Amélia Rodrigues.
Vista aérea de trecho da Rodovia BR-324, em Amélia Rodrigues.

A BR-324 já está com as duas praças de pedágio funcionando e o usuário gasta diariamente R$3,20 para fazer a viagem Salvador-Feira de Santana. No entrono de Camaçari, todas as rodovias estaduais, as chamadas BAs, também possuem praças de pedágio, com preços que variam de R$1,90 a R$2,60 e forçando o usuário a desembolsar até R$4,50 para entrar ou sair de Camaçari. Para sair ou chegar a Salvador não existem mais alternativas: ou se paga pedágio ou o usuário tem que utilizar o sistema ferry-boat, cuja qualidade da prestação dos serviços também vem sendo questionada pelos usuários.

De acordo com o deputado estadual Carlos Geilson (PTN), independente da cobrança, as estradas pedagiadas ainda continuam em situação porecária, oferecendo péssima qualidade de asfalto. Existem trechos onde os trabalhadores estão fazendo operação tapa buracos, apenas, aumentando os riscos de acidentes devido ao desnível da pista e a obra mais verificada ainda é a roçagem do capim no entorno das rodovias.

“Não vimos as melhorias anunciadas pelo governo quando anunciou a privatização. Só deveríamos pagar pedágio se as estradas estivesses em condições de trafegabilidade e isso não ocorre. E o governador que, no passado, muito sabiamente se posicionou contra as privatizações, hoje, contraditoriamente, se tornou o maior privatizador do Estado. Portanto, vou continuar pugnando pela melhoria dos serviços já que nós, baianos estamos pagando por um serviço que não é prestado a população”, enfatizou Carlos Geilson.

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