Taxa de desemprego no Brasil é maior entre negros e pardos, alerta OIT

Agência da ONU aponta novas tendências discriminatórias baseadas em estilos de vida.

A Organização Internacional do Trabalho, OIT, indica que apesar dos avanços na legislação antidiscriminatória, as crises econômica e social estão na origem da rejeição contra vários grupos sociais e trabalhadores migrantes.

No relatório Global sobre a Igualdade no Trabalho de 2011, publicado nesta segunda-feira, a OIT aponta que os organismos especializados em promover o equilíbrio, indicam um aumento da discriminação sob novas formas.

Brasil

O Brasil aparece com uma taxa de desemprego de 10,1%, entre negros e pardos, enquanto que entre trabalhadores brancos, é de 8,2%. Apesar de serem 45,5% da população ativa, sua participação na população desempregada é de 50,5%.

Mulheres

O documento ressalta a persistência de formas tradicionais de discriminação contra mulheres, que em média ganham entre 70% e 90% abaixo dos homens.

A discriminação racial, religiosa e por incapacidade também sao citadas no informe.

Num número limitado de países industrializados é identificada uma nova tendência de discriminação relacionada com o estilo de vida, como tabagismo e obesidade.

*Com informações da Rádio ONU.

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