SEAGRI discute comercialização e agroindustrialização da graviola

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SEAGRI discute comercialização e agroindustrialização da graviola

SEAGRI discute comercialização e agroindustrialização da graviola

Com o objetivo de promover ampla discussão sobre o cultivo da graviola no Estado, a Secretaria da Agricultura, através da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) promove nesta quinta-feira, (26/05/2011), o 1º Seminário da Graviola. O evento acontecerá no auditório da Escola Menandro Minahim, das 8h às 17h30, no município de Wenceslau Guimarães, maior produtor do Estado com 1.300 hectares de área plantada.

Da programação do seminário constam palestras sobre “Produção Integradas das Anonáceas”, “A importância do Agronegócio Graviola no Estado da Bahia”, “Alternativas de Controle Integrado das Pragas das Anonáceas”, Exigências de Mercado na comercialização da Graviola”, “Boas Práticas na Agroindustrialização da Graviola” e “Comercialização da Graviola”.

“A graviola é uma excelente alternativa para diversificar a cultura do cacau em toda região Sul do Estado, garantindo renda para o agricultor familiar”, disse o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, destacando ainda a que secretaria tem como meta a agroindustrialização da graviola, com a implantação de uma fábrica para produzir sucos e derivados da fruta.

De acordo com Geraldo Nascimento, técnico da Adab especialista em graviola, a Bahia tem hoje cerca de 1,5 mil hectares plantados e possibilidade de ampliação, produzindo cerca de 9 mil toneladas ano. “Isso gera receita anual de R$ 15 milhões”, disse ele, acrescentando que a produtividade é de 10 a 12 toneladas por hectare. “É uma cultura que vale a pena, dá bom retorno e segurança para o agricultor familiar”, afirma.

A Bahia detém 85% da área cultivada com graviola no Brasil, com destaque para as regiões do litoral sul e extremo sul do Estado. No total a Adab georeferenciou, nos últimos dois anos, 31 municípios produtores, confirmando a Bahia como o maior produtor mundial de graviola.

Diante da importância econômica desta cultura, a equipe técnica da Adab vem realizando um grande trabalho em campo, identificando ocorrências fitossanitárias, táticas de controle de pragas, produção de viveiros de mudas e rastreabilidade. “O incentivo à produção de graviola tem entre outros o objetivo de gerar emprego e melhores condições de vida aos produtores e atender ao crescente interesse do mercado pela polpa”, enfatiza o diretor de Defesa Vegetal da Adab, Armando Sá.

Desde 2009 foram aplicados inquéritos fitossanitários em mais de 500 propriedades produtoras. “Todas as ações visam executar políticas públicas na defesa do patrimônio fitossanitário da Bahia, identificando demandas dos produtores e apontando alternativas para os desafios”, ressalta o Diretor Geral da Adab, Paulo Emílio Torres, lembrando que os produtores rurais de graviola do Estado, em sua maioria, integram a agricultura familiar.

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Redação do Jornal Grande Bahia
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