Jaques Wagner é um avatar de ACM, diz deputado Lúcio Vieira Lima

Lúcio Vieira: O governador age igual a ACM, quando coopta prefeitos e deputados em troca de cargos, chegando ao ponto de fazer uma reforma administrativa.
Lúcio Vieira: O governador age igual a ACM, quando coopta prefeitos e deputados em troca de cargos, chegando ao ponto de fazer uma reforma administrativa.
Lúcio Vieira: O governador age igual a ACM, quando coopta prefeitos e deputados em troca de cargos, chegando ao ponto de fazer uma reforma administrativa.
Lúcio Vieira: O governador age igual a ACM, quando coopta prefeitos e deputados em troca de cargos, chegando ao ponto de fazer uma reforma administrativa.

“Acho que Jaques Wagner é um avatar de ACM. Os métodos continuam os mesmos. É aquela velha história de repetir uma mentira várias vezes para que se torne verdade. O governador age igual a ACM, quando coopta prefeitos e deputados em troca de cargos, chegando ao ponto de fazer uma reforma administrativa”, disse o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB), em entrevista à Mário Kertész, na manhã desta segunda-feira (02/05/2011). Em sua visita à Rádio Metrópole, o peemedebista aproveitou para falar sobre a situação caótica enfrentada por Salvador, além da sucessão municipal em 2012.

Para Lúcio Vieira, o governador tem muito mais semelhanças com o antigo cacique político do Estado, do que se imagina. “Jaques Wagner por diversas vezes se utiliza de métodos carlistas, quando realiza intervenções em partidos, como fez no PDT, para que eles não apoiassem a candidatura de Geddel ao governo e quando negociou a vaga de Otto Alencar no Tribunal de Contas para que ele fosse o vice de sua chapa”, lembra. “Ainda tem o episódio do helicóptero que possui as iniciais do governador, além da influência na Assembleia para pedir votos à candidatura de Marcelo Nilo à presidência da Casa”.

Oposição

O parlamentar não mostrou preocupação sobre o atual cenário político baiano, com a base aliada do governador sendo maioria absoluta na Assembleia Legislativa, contudo, Lúcio acredita que, em breve, vai haver reversão desse quadro. “Independente do tamanho da oposição, temos que ser firmes e aguerridos, como o próprio PT fazia anteriormente”, defende. “Esse quadro vai mudar, ou por incompetência do governo ou muda pelo cansaço do material. Vai chegar um momento que o sentimento de mudança na Bahia vai ser forte”, acredita.

Quebra de aliança

Provocado por Mário Kertész se teria sido o principal responsável pelo fim da aliança entre PMDB e PT, que culminou na candidatura de Geddel ao Governo do Estado, Lúcio comparou o rompimento com o que pode vir a acontecer com o PP. “Depois de dizer que o PP era maravilhoso, o que foi que o governador fez para enfraquecer Leão e Negromonte? Ele tirou a Secretaria de Infraestrutura de João Leão para prestigiar o vice Otto Alencar. Se amanhã ou depois houver um rompimento, vão dizer que o grande responsável foi João Leão”, pondera. “Como presidente (do PMDB), externava minha insatisfação com os destinos da Bahia. Se ele (o governador) acha que exercer a presidência de um partido é ser responsável por uma quebra de aliança, então eu fui responsável”.

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