Os carrascos do deputado Bolsonaro

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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e vinte deputados federais querem a punição do deputado Jair Bolsonaro por comentários considerados racistas e homofóbicos.

A coragem de um parlamentar para se manifestar sobre racismo ou homofobia não pode ferir, como alguns querem, o decoro parlamentar. A liberdade de expressão é constitucional. Os tribunais estão aí para examinar as pendengas dos ofendidos. Por desrespeito a decoro parlamentar o Congresso Nacional está cheio de políticos e ninguém é punido. Agora, vinte parlamentares pretenderem fazer coro para punir o deputado Bolsonaro por suas fortes declarações, fora do Congresso, é uma demonstração de comportamentos ultramoralistas. Tem muito político que não deveria estar no Congresso por falta de comportamento ético e moral e, no entanto, continuam dando as cartas, aprovando leis, abiscoitando R$26.700,00 mensais e não são punidos pelos “corajosos” parlamentares que agora querem castigar o deputado Bolsonaro.

O deputado Bolsonaro, fora das paredes do Congresso, é um homem comum, e tem o direito de expor o seu ponto de vista e responder como quiser aos mais intrigados questionamentos. O ex-presidente Lula não dizia o que queria e nem por isso teve o seu mandato cassado. Vamos devagar com o andor … Vamos parar com essa mania mórbida de perseguição racial ou homofóbica. Agora tudo se resume em preconceito? O conceito tortuoso está na mente doentia de quem tanto ver fantasma em dia claro. Temos que para com isso. Dos vinte deputados inquisidores, quem já saiu em defesa de algum cidadão “branco” ou heterossexual que porventura tenha sido desrespeitado aqui fora? Quem?

Há coisas mais importantes para um deputado preocupar-se durante o mandato. O montante de imposto que se paga exige maior identificação desses vinte deputados com os problemas brasileiros ainda não solucionados do que se envolverem com uma declaração pessoal do deputado Bolsonaro.

Sobre Alberto Peixoto 488 Artigos
Antonio Alberto de Oliveira Peixoto, nasceu em Feira de Santana, em 3 de setembro de 1950, é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIFACS, e funcionário público lotado na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, atua como articulista do Jornal Grande Bahia, escrevendo semanalmente, é escritor e tem entre as obras publicadas os livros de contos: 'Estórias que Deus Duvida', 'O Enterro da Sogra, 'Único Espermatozoide', 'Dasdores a Difícil Vida Fácil', participou da coletânea 'Bahia de Todos em Contos', Vol. III, através da editora Òmnira. Também atua incentivador da cultura nordestina, sendo conselheiro da Fundação Òmnira de Assistência Cultural e Comunitária, realizando atividades em favor de comunidades carentes de Salvador, Feira de Santana e Santo Antonio de Jesus. É Membro da Academia de Letras do Recôncavo (ALER), ocupando a cadeira de número 26. E-mail para contato: [email protected] Saiba mais sobre o autor visitando o endereço eletrônico http://www.albertopeixoto.com.br.