O ex-presidente Lula fala em reeleição para Dilma Rousseff e comenta sobre relatório da PF

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WASHINGTON | Após fazer uma palestra no “Fórum de Líderes do Setor Público – América Latina e Caribe”, organizado pela Microsoft na capital americana, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre o novo relatório da Polícia Federal que confirma a existência do mensalão em seu governo:

– Tem uma peça que dizem que foi o relatório produzido pela PF. Não se sabe se o ministro Joaquim (Barbosa, do Supremo Tribunal Federal) vai receber ou não, se aquilo vai entrar nos autos do processo. Se entrar, todos os advogados de defesa vão pedir prazo para julgar (sic). Então, vai ser julgado em 2050. Então, não sei se vai acontecer. Não tive chance de dar uma olhada no relatório, nem vou olhar. Não sou advogado.

Em relação à exigência feita pelo Ministério Público Federal para que seus filhos e netos devolvam seus passaportes diplomáticos, ele foi lacônico:

– Isso é com o Itamaraty. Na conferência, Lula defendeu a política de Educação de seu governo e evitou falar sobre os primeiros três meses da presidente Dilma Rousseff no poder.

– Não vou falar porque um jornalista aqui vai escrever “Lula está dizendo o que Dilma tem de fazer” – brincou.

Após o encontro, Lula disse que Dilma não deveria se preocupar com o desempenho inicial:

– Em cem dias a gente está aprendendo os corredores, as cadeiras, a abrir gaveta. (…) Dilma tem o compromisso com o povo brasileiro de um mandato de quatro anos, com direito a mais quatro de reeleição. Ela será julgada em 2014 pelo que fez. Acho que vai ser um governo de sucesso extraordinário.

Lula também foi questionado sobre se teria interesse em atuar como uma espécie de mediador no atual conflito na Líbia entre o exército do ditador Muamar Kadafi e as forças rebeledes. E respondeu:

– É muito difícil eu falar porque ninguém me chamou. Se a minha presidenta ou alguém achasse necessário e falasse que o Lula pode contribuir, eu contribuiria tranquilamente – disse ele, negando já ter chamado Kadafi de irmão. Em seu discurso da época em que visitou a Líbia, divulgado pela Presidência, porém, ele fala literalmente: “Meu caro irmão Kadafi”.

*Com informações da Agencia o Globo

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