Notas na imprensa | Fusão de PSDB e DEM, PSD na fila por salas e cargos, PT quer definir candidato em SP já em 2011…

Jornal Grande Bahia, compromisso em informar.
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Fusão de PSDB e DEM

Panorama – Holofote | Veja – 18/04/2011

Uma parcela expressiva dos remanescentes do DEM articula a fusão do seu partido com o PSDB. As conversas foram iniciadas há um mês, quando ficou claro que os desertores do DEM iriam mesmo fundar o PSD e que a nova legenda teria musculatura suficiente para fazer sombra à original. Caciques democratas, como o líder do partido na Câmara, ACM Neto (BA), consideram que a fusão é a única saída para tirar o partido da lona. Seus interlocutores no PSDB são o senador Aécio Neves (MG) e o presidente da agremiação, deputado Sérgio Guerra (PE). O atual presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), está a par de tudo, mas não aprova a articulação.

PSD na fila por salas e cargos

Autor(es): Izabelle Torres | Correio Braziliense – 18/04/2011

Partido recém-criado aumenta a lista dos que pressionam por gabinetes e postos comissionados no parlamento. PTdoB, PHS e PTC também reivindicam estrutura. O recém-criado PSD entrou na fila de legendas que pressionam o presidente da Câmara, Marco Maia, por gabinetes e cargos de confiança. De acordo com a Resolução nº 1/2007, os 31 deputados dariam ao partido o direito a pelo menos 40 vagas para serem preenchidas por funcionários escolhidos sem concurso. No entanto, será preciso um jeitinho político para driblar a norma que estabelece critérios de distribuição de espaços e servidores com base na bancada empossada no início da legislatura. Os integrantes da nova sigla dizem que vão contar com a boa vontade da Mesa Diretora, que precisa encontrar uma saída para aumentar a estrutura para nanicos que cresceram e querem um lugar ao sol.

PT quer definir candidato em SP já em 2011

Autor(es): Gabriel Manzano | O Estado de S. Paulo – 18/04/2011

Partido busca evitar repetição do quadro de indefinição que marcou escolha de nome em 2010. Uma resolução aprovada ontem por cerca de 430 delegados de 36 diretórios zonais do PT paulistano definiu a posição da legenda quanto à corrida pela Prefeitura de São Paulo de 2012: eles querem “um candidato já”, como resumiu o presidente do diretório municipal, vereador Antonio Donato.

Não é ansiedade, é estratégia. Ao propor, no item 46 do documento, “entrar em 2012 com uma candidatura definida”, os petistas da capital querem evitar o que consideram um grave erro da campanha para governador em 2010: o de esperar demais – no caso, pela candidatura de Ciro Gomes (PSB) – e definir muito tarde o nome de Aloizio Mercadante. “Precisamos ocupar espaços, ganhar os setores médios”, resume Donato.

”O governo vai ter de aumentar a carga tributária”

Autor(es): Fernando Dantas | O Estado de S. Paulo – 17/04/2011 | ENTREVISTA – Samuel Pessôa, economista da Tendências

O economista Samuel Pessôa, da consultoria Tendências, está perplexo com a falta de ação da presidente Dilma Rousseff diante dos problemas que se acumulam na gestão da economia. Ele avalia que Dilma está na culminância do seu capital político e deveria, como Lula em 2003, fazer as “maldades” necessárias para tornar possíveis os múltiplos objetivos perseguidos pela política econômica: crescimento, controle da inflação, câmbio competitivo para a indústria e uma política de grandes aumentos do salário mínimo a partir de 2012.

Classe média, povão e lorota

Autor(es): Gaudêncio Torquato | O Estado de S. Paulo – 17/04/2011

Com sua acurada visão, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso quis indicar um rumo aos correligionários, mas acabou produzindo um charabiá, ou seja, uma baita confusão na esfera política. Em polêmico artigo para uma revista, propôs que as oposições invistam na nova classe média, arrematando com a tese de que, “se o PSDB e seus aliados persistirem em disputar com o PT influência sobre os movimentos sociais ou o povão, isto é, sobre as massas carentes e pouco informadas, falarão sozinhos”. Nem bem teve tempo para detalhar o pensamento, o sociólogo passou a ser bombardeado. Afinal de contas, que partido se pode dar ao luxo de desprezar “o povão”? A indagação resume o ponto de vista de parceiros como o senador Aécio Neves, que desponta como a maior liderança tucana, para quem o PSDB deve se aproximar de “várias camadas sociais”. Como sói ocorrer por estas bandas, a algaravia tomou corpo pelo costume de derrubar argumentos sem avaliar os escopos que traduzem. Ora, para julgar o dito do ilustrado tucano pelo menos dois conceitos precisariam ser postos à mesa de discussão: partido e classe média.

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