OSBA realiza concerto de abertura da temporada 2011

Apresentação terá regência do maestro Carlos Prazeres, novo diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA).
Apresentação terá regência do maestro Carlos Prazeres, novo diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA).
Apresentação terá regência do maestro Carlos Prazeres, novo diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA).
Apresentação terá regência do maestro Carlos Prazeres, novo diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA).

A Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) realiza Concerto de Abertura da Temporada 2011 no próximo dia 16 de março, quarta-feira, às 20 horas, na Sala Principal do Teatro Castro Alves (TCA), com ingressos (inteira) a R$ 10. Na ocasião os músicos serão regidos pelo maestro carioca Carlos Prazeres, novo diretor artístico da orquestra. No repertório da noite serão executadas as obras “Capriccio para violino solo e cordas” de J. Woolrich, “Sinfonia nº. 5, Op. 64, em Mi menor” de P. I. Tchaikovsky e “Os Mestres Cantores de Nurember: Prelúdios do 1º e 3º atos” de R. Wagner. O concerto terá como solista o violinista alemão Markus Däunert.

CARLOS PRAZERES – Novo diretor artístico da Osba, em substituição ao pianista Ricardo Castro, que esteve à frente da orquestra entre 2007 e 2010, o carioca Carlos Prazeres é um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geração, sendo ainda regente assistente da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) no Rio de Janeiro desde 2005.

Já dividiu o palco com artistas como Antonio Meneses, Rosana Lamosa, Fábio Zanon, Augustin Dumay, Wagner Tiso, João Bosco, Ivan Lins, Stanley Jordan, Milton Nascimento, entre outros.

Como maestro convidado, Carlos Prazeres tem dirigido importantes conjuntos sinfônicos, tais como a Orchestre National des Pays de la Loire na França, Orquestra Cherubini e Orquestra Internacional do Festival de Riva del Garda na Itália, Youth Orchestra of the Americas, Junge Philharmonie Salzburg, Filarmônica de Buenos Aires, Filarmônica de Montevideo, Filarmônica de Bogotá, Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro em Brasília, Sinfônica da Bahia, OSUSP, Orquestra Amazonas Filarmônica, Sinfônica de Campinas, Jazz Sinfônica de São Paulo e a Orquestra do Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC).

Prazeres graduou-se em oboé na UNI-Rio e foi bolsista da Fundação VITAE durante seus estudos de pós-graduação na Academia da Orquestra Filarmônica de Berlim (Fundação Karajan). Desempenhou a função de oboísta solista junto à Barock Orchester Berlim, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica Brasileira e Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

MARKUS DAÜNERT – O violinista alemão Markus Däunert atuou como concertino da Orquestra de Câmara Mahler, entre 1997 e 2005, com os maestros Claudio Abbado, Bernard Haitink, Sir Simon Rattle e Daniel Harding. É membro fundador da Orquestra de Câmara Mahler. Desde 2005 atua regularmente como líder convidado com a Leipzig Gewandhausorchestra e no Ensemble Modern de Frankfurt. Toca regularmente no Lucerna Festival Orchestra e atualmente é professor na Hochschule für Musik und darstellende Kunst Frankfurt am Main, na Alemanha, e da Academia De Sono em Turim, Itália. É preparador regular dos naipes de violinos do Schleswig-Holstein Musikfestival, Simón Bolívar Youth Orchestra, Orquestra Jovem das Américas, entre outras.

Tocou como solista com a Orquestra Simón Bolívar de Caracas, Mahler Chamber Orchestra, Archi De Sono Turim, Aldeburgh Strings England e da Orquestra da Ópera de Berlim. Apresentou-se em grandes festivais como o Salzburger Festspiele, Wiener Festwochen, London Proms, Schleswig-Holstein Musikfestival, Festival de Lucerna, Edinburgh Festival, entre outros. Gravou vários CDs e DVDs para a Deutsche Grammophon, EMI, Decca, SONY e Virgin Classics. Realizou turnês pela Europa, Ásia, América do Norte e América do Sul.

OS MESTRES CANTORES DE NUREMBERG – Prelúdios do 1º e 3º atos de R. Wagner – Estes prelúdios estão entretecidos dos principais temas que reencontraremos no decorrer desta única ópera de caráter cômico escrita por Wagner. Musicalmente esta ópera é a mais serena de todas, afirmação do espírito germânico em sua fecunda fantasia artística, reação às atmosferas perigosas e exasperadas do Tristan que tinha tocado os limites da desagregação tonal: nos Mestres Cantores a tonalidade está reafirmada e o “Leitmotiv” é tratado claramente, referindo-se aos personagens sem ambíguos simbolismos.

CAPRICCIO PARA VIOLINO SOLO E CORDAS de J. Woolrich – Compositor realizado e professor criativo é uma figura importante na vida musical britânica. O lírico “Capriccio” para violino solo e cordas foi apresentado em Aldeburgh em Outubro de 2010 pelo violinista Markus Däunert e um grupo de cordas de Aldeburgh, onde também tocaram membros da Gewandhaus de Leipzig, da Sinfônica de Londres e do Quarteto “Alban Berg”.

SINFONIA Nº 5, OP.64, EM MI MENOR de P. I. Tchaikowsky – A Quinta Sinfonia de Tchaikowsky foi descrita como a “mais sinfônica” de todas suas sinfonias, no sentido que o “elemento construtivo” domina toda a extensão da obra. Como na quarta sinfonia, a quinta apresenta idéias programáticas inspiradas provavelmente em acontecimentos autobiográficos, dos quais não se conhecem detalhes. Tchaikowsky escreveu-a em 1888 ao retornar da sua primeira turnê de concertos na Europa ocidental que o levou às cidades de Berlin, Leipzig, Hamburgo e depois até Paris e Londres. Esta viagem proporcionou-lhe aquela celebridade internacional que, até aqui, tinha esperado em vão. O seu estado de ânimo otimista deste momento reflete-se sem dúvida nesta quinta sinfonia, ainda que não possamos dizer se outros acontecimentos deste período influenciaram sua música.

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