ALBA: Deputado Carlos Geilson protesta contra os elevados níveis de violência em Feira de Santana

Carlos Geilson, deputado estadual pelo PTN da Bahia.
Carlos Geilson: Os dados são preocupantes. Embora o governador do Estado tenha mudado o secretário por três vezes e investido em Segurança, ainda não vemos um reflexo efetivo nos índices de violência.

O deputado estadual Carlos Geilson (PTN), protestou contra o crescimento dos índices de violência que atingem todo o Estado, em especial a cidade de Feira de Santana que registrou, neste final de semana oito mortes violentas, sendo sete homicídios e um latrocínio. Segundo o parlamentar, desde janeiro deste ano já foram registradas 77 mortes violentas. 68 são homicídios e nove são latrocínios. Somente meste mês de março ocorreram 21 casos (18 assassinatos e três latrocínios).

“Os dados são preocupantes. Embora o governador do Estado tenha mudado o secretário por três vezes e investido em Segurança, ainda não vemos um reflexo efetivo nos índices de violência. Sabemos que o atual secretário é um homem esforçado, tem suas origens em Feira de Santana, mas precisamos de uma polícia bem aparelhada, de um Serviço de Inteligência que funcione mais, para desmontar o crime organizado”, afirmou o parlamentar.

Representante da região de Feira de Santana, Carlos Geilson disse que a população está apreensiva. “Sabemos que os investimentos são feitos pelo governador, mas precisamos sentir o que tem contribuído para acabar com a violência. Estamos no terceiro secretário e ainda não vimos os efeitos desa política de Segurança para que não choremos essas oito mortes”, concluiu o parlamentar.

Carlos Geilson presta homenagem ao poeta Castro Alves

Hoje, 14 de março 2011, Dia Nacional da Poesia, o país comemora o nascimento de um dos maiores representantes da literatura nacional: Antônio Frederico de Castro Alves. Fã ardoroso do “Poeta dos Escravos”, o professor de Letras Vernáculas, deputado estadual Carlos Geilson (PTN) destacou a data em discurso na Assembléia Legislativa, lendo um trecho do poema Navio Negreiro e traçando um perfil daquele que considera um dos maiores poetas brasileiros. “Nascido na Fazenda Cabaceiras, Secéu, como era chamado entre os empregados e familiares, viveu seus 24 anos de uma forma tão efervescente que estes equivaleram a 90”, ressaltou o parlamentar.

Castro Alves nasceu na cidade de Nossa Senhora da Conceição de Curralinho (hoje Castro Alves) em 14 de março de 1847. Suas poesias mais conhecidas são marcadas pelo combate à escravidão, motivo pelo qual é conhecido como “Poeta dos Escravos”. Foi o nosso mais inspirado poeta condoreiro. Era filho do médico Antônio José Alves e Célia Brasília da Silva Castro, uma dona de casa de saúde frágil que veio a falecer em 1859. Com a família, chegou a morar nas cidades de Muritiba e São Félix. Ainda garoto, conheceu Leonídia Fraga, um namoro de infância que reencontrou anos mais tarde. Com o avanço dos estudos, seu pai decide mudar-se com toda a família para Salvador.

No colégio ou em casa encontrou uma atmosfera literária estimulada pelo pai, que produzia oiteiros ou saraus, festas de arte, música, poesia, declamação de versos. Aos 17 anos fez as primeiras poesias. No dia 10 de novembro de 1863 teria recitado os primeiros versos em festa no Ginásio Baiano, fundado e dirigido por Abílio César Borges, o qual revolucionou a forma de ensino na Bahia ao premiar os alunos que mais se distinguiam na interpretação de Virgílio, Horácio, Camões, Lamartine e Vitor Hugo, o que fazia do colégio um viveiro de tribunos.

O pai do poeta casou-se pela segunda vez em 24 de janeiro de 1862 com a viúva Maria Rosário Guimarães. No dia seguinte ao do casamento, o poeta e seu irmão Antônio José partiram para o Recife onde Castro Alves tentou ingressar na Faculdade de Direito em maio de 1863, sendo reprovado, enquanto o pai se mudava para o solar do Sodré. Mas seria em Recife que o tribuno e poeta – sempre requisitado nas sessões públicas da Faculdade, nas sociedades estudantis, na plateia dos teatros, incitado desde logo pelos aplausos e ovações que começava a receber – ia sendo reconhecido. Era um belo rapaz, de porte esbelto, tez pálida, grandes olhos vivos, negra e basta cabeleira, voz possante, dons e maneiras que impressionavam a multidão, impondo-se à admiração dos homens e arrebatando paixões às mulheres, encontrando aconchego na cama de Idalina. Ocorrem então os primeiros romances, que nos fez sentir em seus versos, os mais belos poemas líricos do Brasil.

Em 1863 a atriz portuguesa Eugênia Câmara se apresentou no Teatro Santa Isabel, frequentado por Castro Alves. Influência decisiva em sua vida exerceria a atriz, vinda ao Brasil com Furtado Coelho. Aos 17 anos é admitido na Faculdade de Direito ao tempo em que já se destaca de forma nobre na área literária por seu modo de traduzir as dores da humanidade. No dia 17 de maio, Castro Alves publicou no primeiro número de A Primavera seu primeiro poema contra a escravidão: A canção do africano. A tuberculose se manifestou e em 1863 teve uma primeira hemoptise.

Em 1864 seu irmão José Antônio, que sofria de distúrbios mentais desde a morte de sua mãe, suicidou-se em Curralinho. Só retornaria ao Recife em 18 de março de 1865, acompanhado por Fagundes Varela. Em 10 de agosto, recitou O Sábio na Faculdade de Direito. Alistou-se a 19 de agosto no Batalhão Acadêmico de Voluntários para a Guerra do Paraguai. Em 16 de dezembro, voltou com Fagundes Varela a Salvador. Seu pai morreu no ano seguinte, a 23 de janeiro de 1866. Castro Alves voltou ao Recife, matriculando-se no segundo ano da faculdade. Nessa ocasião, fundou com Ruy Barbosa e outros amigos uma sociedade abolicionista, participou da fundação do jornal de idéias A Luz e tornou-se amante de Eugênia Câmara, convencendo-a a fugir com ele de volta à Bahia.

Teve fase de intensa produção literária e a do seu apostolado por duas grandes causas: uma, social e moral, a da abolição da escravatura; outra, a república, aspiração política dos liberais mais exaltados. Data de 1866 o término de seu drama Gonzaga ou a Revolução de Minas, representado no Teatro São João, na Bahia, com Eugênia desempenhando o papel feminino principal e depois em São Paulo, no qual conseguiu consagrar as duas grandes causas de sua vocação. No dia 29 de maio, resolveu partir para Salvador, acompanhado de Eugênia. Na estreia deGonzaga, dia 7 de setembro, no Teatro São João, foi coroado e conduzido em triunfo.

Em janeiro de 1868, embarcou com Eugênia Câmara para o Rio de Janeiro, sendo recebido por José de Alencar e visitado por Machado de Assis. A imprensa publica troca de cartas entre ambos, com grandes elogios ao poeta. Em março, viajou com Eugênia para São Paulo. Decidira ali – na Faculdade de Direito de São Paulo – continuar seus estudos, e se matriculou no terceiro ano. Continuou principalmente a produção intensa dos seus poemas líricos e heroicos, publicados nos jornais ou recitados nas festas literárias, que produziam a maior e mais ruidosa impressão; tinha 21 anos, e uma nomeada incomparável na sua geração, que deu entretanto os mais formosos talentos e capacidades literárias e políticas do Brasil; basta lembrar os nomes de Fagundes Varela, Ruy Barbosa, Joaquim Nabuco, Afonso Pena, Rodrigues Alves, Bias Fontes, Martim Cabral, Salvador de Mendonça, e tantos outros, que lhe assistiram aos triunfos e não lhe disputaram a primazia.

É que ele, na linguagem divina que é a poesia, lhes dizia a magnificência de versos que até então ninguém dissera, numa voz que nunca se ouvira, como afirmou Constâncio Alves. Possuía uma voz dessas que fazem pensar no glorioso arauto de Agamenon, imortalizado por Homero, Taltibios, semelhante aos deuses pela voz…, como disse Ruy Barbosa. Pregava o advento de uma “era nova”, segundo Euclides da Cunha. Em 7 de setembro de 1868, fez a apresentação pública de Tragédia no mar, que depois ganharia o nome de O Navio Negreiro. No dia 25 de outubro, foi reapresentada sua peça Gonzaga no Teatro São José. Desfaz-se em 28 de agosto de 1868 sua ligação com Eugênia Câmara. Castro Alves foi aprovado nos exames da Faculdade de Direito e a 11 de novembro – tragédia de grandes consequências – se feriu no pé, durante uma caçada.

Tuberculoso, aventara uma estadia na cidade de Caetité, onde moravam seus tios e morrera o avô materno (o major Silva Castro, herói da Independência da Bahia), dois grandes amigos (Otaviano Xavier Cotrim e Plínio de Lima), de clima salutar. Mas, antes disso, ainda em São Paulo, na tarde de 11 de novembro, resolveu realizar uma caçada na várzea do Brás e feriu o pé com um tiro, ferindo o calcanhar esquerdo. Disso resultou longa enfermidade, cirurgias, chegando ao Rio de Janeiro no começo de 1869, para salvar a vida, mas com o martírio de uma amputação. Os cirurgiões e professores da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, Andrade Pertence e Mateus de Andrade, amputaram seu membro inferior esquerdo sem qualquer anestesia.

Em março de 1869, matriculou-se no quarto ano do curso jurídico, mas a 20 de maio, tendo piorado seu estado, decidiu viajar para o Rio de Janeiro, onde seu pé foi amputado em junho. No dia 31 de outubro, assistiu a uma representação de Eugênia Câmara, no Teatro Fênix Dramática. Ali a viu por última vez, pois a 25 de novembro decidiu partir para Salvador. Mutilado, estava obrigado a procurar o consolo da família e os bons ares do sertão. Em fevereiro de 1870 seguiu para Curralinho para melhorar a tuberculose que se agravara, viveu na fazenda Santa Isabel, em Itaberaba. Em setembro, voltou para Salvador.

Nesse retorno à Bahia, passa o tempo a escrever, desenhar e onde também reencontra Leonídia Fraga, sua prometida de menino. Ainda leria, em outubro, A cachoeira de Paulo Afonso para um grupo de amigos, e lançouEspumas flutuantes, época em que se apaixona por Agnese Trinci Murri, italiana. Bela viúva e cantora lírica. Mas pouco durou. Sua última aparição em púbico foi em 10 de fevereiro de 1871 numa récita beneficente. Morreu às três e meia da tarde, no solar da família no Sodré, Salvador, Bahia, em 6 de junho de 1871sentado junto a uma janela ensolarada. Contava então com 24 anos. Seus escritos póstumos incluem apenas um volume de versos: A Cachoeira de Paulo Afonso (1876), Os Escravos (1883) e, mais tarde, Hinos do Equador (1921). É patrono da cadeira 7 da Academia Brasileira de Letras. “Castro Alves é alguém que podemos afirmar com ênfase que viveu cada momento de vida como se fosse o derradeiro”, concluiu o parlamentar.

Carlos Geilson marca presença em eventos de Feira de Santana

O domingo foi de festa em Feira de Santana. A Associação Presidente Getúlio Vargas promoveu a Primeira Lavagem do bairro Jardim Cruzeiro, evento que contou com a presença do radialista e deputado estadual Carlos Geilson (PTN). Com o objetivo de arrecadar fundos para conclusão da reforma da sede da Associação e aproximar mais os moradores do bairro, a lavagem teve início de tarde, com apresentação do grupo percursionista da Associação Presidente José Sarney, do bairro Feira X, e se estendeu pela noite.

Segundo Telma dos Santos, secretária da Associação e uma das organizadoras da festa, além de representar os interesses dos moradores do Jardim Cruzeiro, a entidade promove cursos de capacitação, a exemplo de redação, telemarketing, corte e costura e produção de doces finos. Estes dois últimos estão previstos para começar até maio de 2011 e serão gratuitos.

Também no domingo, Carlos Geilson testemunhou a boa energia do samba que será levado ao Circuito Maneca Ferreira, durante a Micareta 2011. Foi mais um ensaio do Bloco Casa de Samba, no Buteco do Samba, no bairro Tanque da Nação. Ontem, o deputado assistiu ainda à partida do Campeonato Baiano entre o Bahia de Feira e o Feirense, no Estádio Municipal Alberto Oliveira, e visitou a Ribeirinha do Rio Jacuípe, no município de São Gonçalo, Maria de Oliveira Souza, conhecida como Maria da Galinha.

Carlos Geilson apela para que governistas ampliem índice de reajuste de servidores estaduais

O deputado estadual Carlos Geilson (PTN) fez um apelo a cada um dos deputados governistas presentes à sessão, hoje, para que intervissem junto ao governador Jaques Wagner a fim de conquistarem um índice maior do que os5,91% proposto pelo governo. “O reajuste está aquém do que merece o servidor. Os hoje governistas estariam aqui nesta tribuna protestando contra esse valor. Hoje, devem estar com vergonha porque sabem que o governo poderia dar um índice maior”, afirmou o parlamentar.

“Quem diria que o governo do Partido dos Trabalhadores estaria oferecendo hoje um aumento inferior ao dado pelo governo federal ao salário mínimo. No passado, estaríamos aqui com as galerias lotadas, com sindicalistas aos berros, e os parlamentares protestando da tribuna”, disse o parlamentar.

Carlos Geilson fez um apelo individual a diversos parlamentares lembrando-os que em suas bases os servidores estaduais estão entre aqueles que serão beneficiados com um reajuste maior. Ele lembrou ainda que o Estado aumentou a arrecadação, que teve incremento de 7,5% no Produto Interno Bruto (PIB), portanto, tem dinheiro em caixa para proporcionar um aumento maior aos 268 mil servidores estaduais, entre ativos, inativos e pensionistas.

Geilson tem destacado que o índice dado pelo governo federal ao salário mínimo foi da ordem de 6,46%. e que o governo baiano poderia dar um índice semelhante para repor as perdas e dar ganho real ao funcionalismo. “O governo pode avançar mais com as diversas categorias e propor índices maiores aos servidores públicos estaduais. Por isso faço esse apelo a cada deputado para que revejam esse aumento”, concluiu.

Gilberto Santana destaca emancipação de Almadina

O deputado estadual coronel Gilberto Santana (PTN) apresentou moção de congratulações aos almadinenses que comemoram amanhã, 15 de março, 49 anos de emancipação político-administrativa do município. “Esta é uma homenagem que faço a uma população pela qual tenho especial carinho e apreço e porque conheço a sua história. O marco da sua história foi consagrado no dia 15 de março de 1962, através de Lei Estadual, recebendo a denominação de Almadina”, afirmou o parlamentar destacando a história da cidade.

Município criado em 1962, seu desbravamento ocorreu no início do século XIX, com a chegada de aventureiros à procura de terrenos férteis para a prática agrícola. Formou-se, então, o povoado de Pouso Alegre, tornado Vila em 1953, que passaria a denominação de Almadina, mas integrando o município de Coaraci. O município foi criado com partes dos distritos de Almadina e de Coaraci, desmembrados deste e elevada à categoria de cidade quando da criação do município.

O município de Almadina – que anteriormente pertencia a Coaraci -, após a sua emancipação se transformou numa das mais aconchegantes cidades do Sul da Bahia, cercada por lindas serras típicas da Mata Atlântica. A sua população é de mais de 8.256 habitantes e com 248 KM2 de área. Sua economia, antes cacaueira, atualmente é baseada na produção de pequenos agricultores. Seu povo é trabalhador e hospitaleiro”, enfatizou o parlamentar.

Gilberto Santana parabeniza atuação da PM durante Carnaval

O deputado estadual coronel Gilberto Santana (PTN) apresentou hoje moção de congratulações à Polícia Militar pela atuação no Carnaval baiano, buscando garantir ao folião baiano e turista a segurança pública. Depois de destacar a origem da festa de Momo iniciada na Grécia antiga e depois adotada pela Igreja Católica que chegou ao Brasil por volta de 1723, apenas no século XIX os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas. E, posteriormente foi se regionalizando de acordo com os costumes de cada localidade, até chegarmos aos moldes de hoje.

“O Carnaval de Salvador é uma festa ímpar. É atrativo para todo o Estado, fomentando e alimentando a economia nos setores de serviços e produtos. A realização da maior festa popular do mundo é garantida, dentre tantos outros serviços e instituições, pelas mãos de pessoas que trabalham incansavelmente durante os seis dias de festa, após prévio estudo tático, operacional e estratégico. Torna-se inimaginável conceber uma comemoração de tal porte sem a infraestrutura e logística obtida pelos homens e mulheres responsáveis pela execução de um dos mais importantes serviços essenciais ao cidadão: a segurança pública”, afirmou o o parlamentar.

“Em todos esses momentos a vigilância foi constante, seja dando suporte à saúde, ao transporte público e na segurança propriamente dita com uma mobilização de 19.380 militares. Louvo os meus colegas de farda neste Carnaval, dos Soldados aos Coronéis, pelo desempenho notável, sempre buscando servir à população dentro limites da lei como instituição mantenedora da ordem pública e bem estar social do Estado Democrático de Direito”, encerrou o parlamentar.

Gilberto Santana homenageia a mulher baiana

A passagem do Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, foi destacada pelo deputado estadual coronel Gilberto Santana (PTN), em moção em que rende homenagens à mulher baiana por intermédio das deputadas e servidoras da Assembléia Legislativa. De acordo com a moção, o dia 8 de março foi escolhido como forma de homenagear as operárias que iniciaram o movimento em prol de condições de igualdade nas relações de trabalho, e, as que, por conseguinte, seguiram com o espírito inovador compondo e desempenhando papeis fundamentais na sociedade e na história.

“O contexto era da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial quando ocorreu a incorporação da mão-de-obra feminina na indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. Em 1857, operárias de uma fábrica de tecidos situada na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, interromperam as atividades laborais num grande movimento. Ocuparam as instalações da fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho tais como: redução na carga horária, equiparação de salários com os homens e tratamento digno dentro do ambiente que desempenhavam suas tarefas. Estes últimos foram os principais motivadores de tal iniciativa. A manifestação das mulheres foi reprimida com violência. As operárias foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas”, lembrou o parlamentar.

De acordo com a moção, somente no ano de 1910, durante a Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada na cidade de Copenhague, na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de Março passaria a ser o Dia Internacional da Mulher, em homenagem as trabalhadoras que morreram na fábrica em 1857. Não obstante, apenas no ano de 1975, através de um Decreto, a data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Com o impacto das mudanças de paradigma oriundas da movimentação política e social ocorridas no século XX, gerou-se uma inquietação por parte de mulheres de todo o mundo. Elas tomaram a iniciativa de enfrentar o conservadorismo, rompendo com as barreiras históricas e sociais em vários países.

“Vale dizer, em 2011 o Brasil vive um momento equiparado com a instituição do voto feminino pela Constituição de 1932, com a eleição de Dilma Rousseff, a primeira Presidenta da República Federativa do Brasil. A nossa Casa, a Assembleia Legislativa da Bahia, é um notório exemplo dessa evolução. O avanço da bancada feminina cresceu de sete para onze deputadas, o que vale dizer é um sinal manifesto de uma alteração da mentalidade política do povo baiano. Desse modo, saúdo particularmente as minhas prezadas colegas deputadas Ângela Souza; Cláudia Oliveira; Fátima Nunes; Graça Pimenta; Ivana Bastos; Kelly Magalhães; Luiza Maia; Maria Del Carmen; Maria Luiza Barradas; Maria Luiza Laudano; e Neusa Cadore. Sensibilizado e irmanado com a luta ao longo dos séculos e com a vitória das mulheres no contexto social e político, homenageio as mães, filhas, trabalhadoras e construtoras do nosso país, e, em especial, do nosso Estado, que tem como mártires Joana Angélica, Anna Nery, Maria Quitéria, dentre tantas outras anônimas que lutam dia a dia pelo alimento, pela educação e por uma vida melhor”, concluiu o parlamentar na moção.

Secretário paraninfa formatura de Fisioterapia da FTC

O secretário de Educação, Cultura, Esportes e Lazer da prefeitura de Salvador João Carlos Bacelar (PTN) foi o paraninfo d turma de Fisioterapia da Faculdade de Ciência e Tecnologia, em solenidade realizada no último domingo. Para ele, foi um momento importante por estar testemunhando um momento único na vida de cada formando. “Quero externar a minha gratidão pelo voto de confiança, respeito e honra ao me convidarem para ser paraninfo porque galgar, cursar e concluir uma graduação no Brasil é um mérito, é uma missão de louvor. Vivemos em um país desigual, com sérios problemas em todos os níveis de ensino. E, no ensino superior estes problemas trazem atraso ao nosso desenvolvimento social e cientifico”, afirmou o secretário.

Segundo o secretário, nenhuma grande civilização do mundo teve seu desenvolvimento assegurado sem, antes, investir maciçamente em educação. “Todos os países desenvolvidos investiram muito em educação. Investiram no humano. Faltam políticas públicas que democratizem o acesso, a permanência e a conclusão dos cursos; faltam investimentos na qualificação do corpo docente; faltam linhas de credito especificas para ampliação de laboratórios; falta intercâmbio com universidades estrangeira; falta apoio para pesquisas e estudos científicos. Há uma gama de dificuldades no ensino superior. São alguns elementos que tornam o árduo trabalho de estudar em uma tarefa ainda mais difícil. Fatos que vejo como a ausência de educação desqualifica o humano e degrada nossa sociedade”, afirmou.

“Aprendi que o trabalho do fisioterapeuta esta presente no cotidiano de milhões de pessoas e famílias e não está limitado a consultório. A arte e ciência dos cuidados físicos e da reabilitação é complexa e reside na necessidade do entendimento global do ser humano. A fisioterapira carrega em si responsabilidades éticas e morais que interagem o tempo inteiro com mundo familiar, com os ambientes profissionais e de lazer. O campo de atuação do Fisioterapeuta é vasto, passa pela hemodiálise, hanseníase, traumato-ortopédica, neurológica, respiratória, cardiológica, dermato-funcional, pediatria, pela saúde do idoso, pela saúde da mulher e pela atividade desportiva. Fiquei fascinado em saber dos avanços tecnológicos e metodológicos que os fisioterapeutas têm desenvolvido e muito feliz em ver o quão organizado é esta categoria profissional, fato demonstrado pela existência de diversas entidades representativas”, disse o deputado.

Ao encerrar o pronunciamento, o secretário parabenizou cada um dos formandos, parabenizou os familiares deles e a FTC. “Desejo muito trabalho e, por consequência, o sucesso merecido àqueles que fazem da seriedade, do profissionalismo e do amor suas bandeiras de vida. Parabéns a Faculdade de Tecnologia e Ciências, seu corpo funcional, docente e diretivo. Estes profissionais foram lapidados por vocês. São jóias. Parabéns ao amigos e familiares do novos fisioterapeutas. Vocês são a alicerce deste homens e mulheres; Parabéns meus afilhados! Você são vencedores! Que Santa Alphais os proteja e continue iluminando você nesta nova caminhada”, concluiu.

Luizinho Sobral lamenta morte de educador de Irecê

O deputado estadual Luizinho Sobral (PTN) lamentou hoje a morte do professor Jorge Rodrigues dos Santos, 64 anos, na madrugada do último dia 12 no Hospital Português, Salvador, onde estava internado há mais de um mês em consequência de problemas cardíacos. Seu sepultamento se deu no cemitério municipal de Irecê, no domingo. “Nascido em Mata de Bom Jesus, município de Brotas de Macaúbas em 02 de janeiro de 1947, o professor Jorge Rodrigues foi militante do PMDB durante anos e uma das mais importantes lideranças políticas da região de Irecê”, destacou o parlamentar.

Formado em técnico em Contabilidade e bacharel em Direito, o professor Jorge Rodrigues foi fundador e Diretor do Colégio Cláudio Abílio Aragão durante muitos anos. Educador dedicado, lutou para que a região tivesse uma educação de qualidade, fundando a Unidade de Ensino Superior do Sertão da Bahia (UESSBA), entidade que presidiu, sendo também reitor da primeira faculdade da região de Irecê a ter o curso de Administração.

“Ocupou os cargos de Secretário de Educação no Governo do ex-prefeito Beto Lélis e de Secretário de Governo do ex-prefeito Joacy Nunes Dourado. Indiscutivelmente, o falecimento do professor Jorge Rodrigues representa uma grande perda para a região de Irecê, para a área da educação, para os seus amigos e familiares”, lamentou Luizinho Sobral. O professor Jorge Rodrigues deixa viúva Eurídice Cardoso dos Santos e três filhos Luciano, Giuliano e Cristiano.

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