Professor analisa crise econômica mundial em Aula Magna na UEFS

Banner do JGB: Campanha ‘Siga a página do Jornal Grande Bahia no Google Notícias’.
“O sistema econômico mundial tem enfrentado, desde 1970, uma crise a cada dois anos e meio e o atual revés, iniciado em abril de 2007, tem apresentando dificuldades para que economistas analisem cientificamente a situação”. Esta afirmação foi feita pelo professor-doutor em Ciências Econômicas, Carlos Eduardo Ferreira de Carvalho.
“O sistema econômico mundial tem enfrentado, desde 1970, uma crise a cada dois anos e meio e o atual revés, iniciado em abril de 2007, tem apresentando dificuldades para que economistas analisem cientificamente a situação”. Esta afirmação foi feita pelo professor-doutor em Ciências Econômicas, Carlos Eduardo Ferreira de Carvalho.
“O sistema econômico mundial tem enfrentado, desde 1970, uma crise a cada dois anos e meio e o atual revés, iniciado em abril de 2007, tem apresentando dificuldades para que economistas analisem cientificamente a situação”. Esta afirmação foi feita pelo professor-doutor em Ciências Econômicas, Carlos Eduardo Ferreira de Carvalho.
“O sistema econômico mundial tem enfrentado, desde 1970, uma crise a cada dois anos e meio e o atual revés, iniciado em abril de 2007, tem apresentando dificuldades para que economistas analisem cientificamente a situação”. Esta afirmação foi feita pelo professor-doutor em Ciências Econômicas, Carlos Eduardo Ferreira de Carvalho.

“O sistema econômico mundial tem enfrentado, desde 1970, uma crise a cada dois anos e meio e o atual revés, iniciado em abril de 2007, tem apresentando dificuldades para que economistas analisem cientificamente a situação”. Esta afirmação foi feita pelo professor-doutor em Ciências Econômicas, Carlos Eduardo Ferreira de Carvalho, nesta segunda-feira (21/02/2011), ao proferir Aula Magna na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).

O professor traçou um perfil histórico da atual crise econômica mundial, que segundo disse, foi iniciada com os sinais de insolvência de crédito do supervalorizado mercado imobiliário dos Estados Unidos.

Fase aguda

Em consequência, conforme lembrou, houve a insolvência da estrutura bancária, culminando, em setembro de 2008, com o anúncio do governo norte-americano de que não prestaria socorro financeiro, o que ameaçou todo o sistema econômico mundial. Esta fase da crise foi classificada como aguda e durou cerca de cinco meses, resultando na quebra de empresas em diversos países e em variações abruptas do preço do barril de petróleo.

No final de 2009, ainda de acordo com o palestrante, o sistema econômico mundial deu sinais de tendência a voltar a ser o que era antes do início da crise. Ele ressaltou, porém, que ainda restam dúvidas sobre as perspectivas da insolvência ou não dos bancos norte-americanos, sobre o grau de importância do dólar, a capacidade dos Estados Unidos com endividamento triplicado em continuar a conduzir a economia mundial e a inserção da China na economia mundial.

“A crise afeta os vários planos econômicos mundiais e ainda não é possível estabelecer as suas consequências”, enfatizou Carlos Eduardo. Salientou que a dificuldade de análise científica da situação é decorrente das peculiaridades inerentes da atual crise econômica, que não permitem conclusões precisas a partir de experimentações.

Novos cursos

Em pronunciamento, o reitor José Carlos Barreto de Santana se referiu aos três novos cursos oferecidos pela Uefs, as Licenciaturas em Química e em Música e a Licenciatura e Bacharelado em Filosofia e também sobre a nomeação de novos funcionários por meio de concurso público.

A abertura do semestre letivo na UEFS contou com protestos de estudantes, liderados pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), contra o preço da passagem do transporte coletivo em Feira de Santana. Eles afirmaram que em oito anos houve aumento de 100% no preço da passagem e que o município possui a segunda tarifa mais cara dentre as cidades do Nordeste.

As atividades contaram também com a presença do vice-reitor da Uefs, Washington Almeida Moura, do representante do DCE, Eduardo Pereira Santos, de membros da Administração Central, servidores, estudantes e professores, além de representantes da comunidade externa. Na abertura, a musicista do Cuca, Caroline Abreu, fez apresentação com violoncelo.

Sobre Redação do Jornal Grande Bahia 113582 Artigos
O Jornal Grande Bahia (JGB) é um portal de notícias com sede em Feira de Santana e abrange as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador. Para enviar informações, fazer denúncias ou comunicar erros do jornal mantenha contato através do e-mail: [email protected]