Gabinete da ONU em Viena analisa proposta feita pelo jurista feirense João Pinho, com objetivo de criar a Agência de Prevenção ao Terrorismo

Gabinete da ONU em Viena analisa proposta feita pelo jurista feirense João Pinho, com objetivo de criar a Agência de Prevenção ao Terrorismo.
Gabinete da ONU em Viena analisa proposta feita pelo jurista feirense João Pinho, com objetivo de criar a Agência de Prevenção ao Terrorismo.

O advogado João Pinho, credenciado pelo Ministério das Relações Exteriores do Governo do Brasil à Conferência Interamericana sobre o Narcotráfico da O.E.A., e o único jurista brasileiro, convidado pela comunidade científica internacional, para participar do 1° SIMPÓSIO NACIONAL DE BIOÉTICA, durante o XVII CONGRESSO BRASILEIRO DE GENÉTICA CLÍNICA, realizado em Curitiba-Paraná, pela SBGC – Sociedade Brasileira de Genética Clínica, onde participaram 25 palestrantes internacionais, entre os geneticistas mais conhecidos do mundo, os quais examinaram 410 trabalhos científicos, foi escolhido para efeito de elaborar um estudo jurídico quanto à implementação de medida de segurança contra o bioterrorismo genético. Destacou o advogado João Pinho, ex-Conselheiro eleito da O.A.B., no estado da Bahia, que para efeito de formar sua convicção sobre o bioterrorismo genético, efetuou incansável pesquisa na legislação sobre terrorismo de diversos países, na busca de clareza sobre o assunto na espécie, não encontrando uma resposta convincente.

Otimista incorrigível, o advogado João Pinho, único distinguido no prêmio Carlos Valadares de Direito, retomou ao tema, quando de sua designação como Membro da Delegação do Governo do Brasil, credenciado nas Nações Unidas, durante o 12º Congresso O.N.U., sobre Prevenção ao Crime e Justiça Criminal.  Argumenta João Pinho, que as pesquisas no campo, científico, contribuíram para que a genética ganhasse de novo, isto é, em 2009, o prêmio Nobel de Medicina, sendo laureados três americanos: Elizabeth Blackburn, Carol Greider e Jack Szostak, os quais desenvolveram pesquisas sobre os telômeros, as estruturas que ficam nas extremidades dos cromossomos.

Neste aspecto, João Pinho ressalta, que os vencedores foram entender o papel dos telômeros e da telomerisa, a enzima que os regula, que vai nos ajudar a compreender mecanismos relacionados com o envelhecimento, formação de tumores e algumas doenças genéticas.  Mas, por outro lado, afirma João Pinho, vimos a publicação na revista Science, do dia 20 de maio de 2010, que o cientista Craig Venter, da Celera, concorrente do Projeto Genoma Humano, usando-se de técnica avançada de engenharia genética, produziu a primeira bactéria sintética em laboratório, conseguindo balançar o mundo científico com um experimento inédito na biologia molecular, acrescida de sua declaração na imprensa internacional, de que essa bactéria, poderia ser utilizada como arma biológica, instando Barack Obama, presidente dos Estados Unidos da América do Norte, determinar aos assessores de segurança da Casa Branca, a efetuarem estudos sobre as implicações da criação de células sintéticas, embora saiba-se que eventualmente elas poderão ser utilizadas como armas biológicas da mesma forma que os patógenos naturais conhecidos. Acresce-se a tudo isto, declara João Pinho, à criação dos primeiros genes fabricados em laboratório por Michael Hecht, PhD em biologia pelo MIT, professor da Universidade de Princeton e líder do estudo, estarem a um passo decisivo em direção à vida artificial.

No que concerne ao terrorismo, João Pinho, argumenta a possibilidade da utilização criminosa dos elementos de pesquisa do cientista Samuel Cohen (recentemente falecido), autor do desenvolvimento da bomba de nêutrons, e assim, poder transformá-la em uma arma capaz de matar pessoas e deixar edifícios intactos, devido à emissão de partículas diminutas que atravessam muros, blindagens e outras barreiras físicas e destroem as células, matando rapidamente os seres vivos.  Ressalta o advogado João Pinho, que não é o único cidadão do mundo, a exteriorizar a preocupação com o bioterrorismo, arrematando, que uma organização denominada “O Grupo do Futuro”, de reflexão estratégica, mas não decisória sobre os problemas de segurança na Europa, os quais em 2007, reunidos em Funchal – Portugal, à época – compostos pelo vice-presidente da Comissão Europeia, seis ministros do Interior do trio de presidências atual e futura – Alemanha, Portugal e Eslovênia, bem como a França, República Checa e Suécia -, um representante do trio da presidência seguinte (Espanha, Bélgica e Hungria) e peritos dos Estados-membros, aprofundaram à cooperação entre os Estados-membros da União Europeia, na prevenção e repressão do terrorismo, devido aos novos meios que poderiam serem usados em ataques terroristas, por exemplo, no domínio do bioterrorismo, com o emprego de armas bacteriológicas.

João Pinho, que frequentou o curso de ciência e tecnologia da Escola Superior de Guerra no Rio de Janeiro – Brasil, argumenta que as afirmativas dessa entidade denominada “O Grupo do Futuro” e a publicação na revista Science, em maio de 2010, do desenvolvimento da primeira bactéria sintética em laboratório pelo cientista Craig Venter e de genes totalmente sintéticos por Michael Hecht, PhD em biologia pelo MIT, serviu-lhe de inspiração para recomendar ao embaixador Yury Fedotov, a transformação do Serviço de Prevenção do Terrorismo (TPB), em Agência Internacional de Prevenção do Terrorismo, implantando-se uma divisão para tratar da prevenção do bioterrorismo genético.

Demonstrando-se satisfeito quanto a poder contribuir para a Paz Mundial, em razão de sua proposição haver sido recepcionada para análise em Viena, em face da confirmação por e-mail de Roberto Arbitrio, como lhe fora transmitido na quinta-feira – 10.02.2011, às 16:54, por Yatta Dakowah.  Este jornal a pedido do entrevistado, o advogado João Pinho, pesquisou e constatou, que o embaixador Yury Fedotov, assumiu oficialmente em Viena, no dia 13 de setembro de 2010, às atividades de diretor-geral do Escritório das Nações Unidas em Viena e diretor-executivo do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, UNODC, em Viena – Áustria.  O Dr. Yury Fedotov, foi escolhido pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, devido ao seu forte comprometimento com a causa das Nações Unidas, suas credenciais, conhecimento e experiência como destacado ex-ministro das Relações Exteriores da Rússia e embaixador russo no Reino Unido, considerado na dicção de Ban Ki-moon, um dos mais exemplares e distinguidos líderes das Nações Unidas.

Diretor-executivo do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, UNODC, em Viena – Áustria. O Dr. Yury Fedotov e o jurista João Pinho.
Diretor-executivo do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, UNODC, em Viena – Áustria. O Dr. Yury Fedotov e o jurista João Pinho.
Sobre Redação do Jornal Grande Bahia 110926 Artigos
O Jornal Grande Bahia (JGB) é um portal de notícias com sede em Feira de Santana e abrange as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador. Para enviar informações, fazer denúncias ou comunicar erros do jornal mantenha contato através do e-mail: [email protected]