ALBA: Deputado Carlos Geilson reclama das condições da BR-324 e destaca importância de educadores em formatura de Pedagogia da UEFS

Luizinho Sobral recebe prefeito e vereadores.
Luizinho Sobral recebe prefeito e vereadores.
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Luizinho Sobral recebe prefeito e vereadores.

Carlos Geilson reclama das condições da BR-324

O deputado estadual Carlos Geilson (PTN) denunciou hoje da falta de trafegabilidade da BR-324, rodovia privatizada pelo governo do Estado e administrada pelo consócio Via Bahia que, com a reforma em andamento da principal via de acesso a Feira de Santana, já está cobrando pedágio. “Estamos pagando um pedágio – e em breve serão duas praças em pontos distintos – para sairmos de Feira de Santana e chegarmos a Salvador e a recuperação da estrada ainda está ocorrendo. Não compreendo como políticos que lutaram contra o pedágio da Linha Verde permitem que se construam duas praças na BR-324 sem que, primeiro, se promova a melhoria integral da rodovia. Quero aqui ouvir as justificativas do líder do governo deputado Zé Neto (PT) sobre a cobrança antecipada do pedágio na BR-324. Que benefício existe para a população com essa cobrança?”, protestou o parlamentar.

POLÍCIA MILITAR – No pronunciamento, hoje, o deputado também parabenizou a Polícia Militar pela passagem dos 186 anos de fundação, destacado anteriormente pelo colega de bancada, deputado coronel Gilberto Santana (PTN). “A Polícia Militar é uma instituição forte, a despeito de alguns que tentam macular sua imagem, como os dois PMs que agrediram um jovem em Feira de Santana e causou revolta na população de todo o país. Mas foram adotadas medidas enérgicas imediatamente após a divulgação das agressões, o que demonstra a confiabilidade e a força da corporação que presta um excelente trabalho à sociedade baiana nestes 186 anos desde sua fundação”, defendeu.

REGIÃO METROPOLITANA – O deputado também destacou o apoio que recebeu do deputado Targino Machado (PSC) ao requerimento solicitando a realização de sessão especial para debater a criação da Região Metropolitana de Feira de Santana. “Este é um antigo sonho dos moradores da região de Feira de Santana e que não foi levado adiante nesta Casa, anteriormente, por iniciativa do deputado Colbert Martins, uma vez que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) alegou falha técnica na apresentação da proposição. Vou me unir aos demais deputados de Feira de Santana – Graça Pimenta, Zé Neto e José de Arimatéia – e ao deputado Targino Machado para lutarmos pela consolidação da Região Metropolitana de Feira de Santana, corrigindo as ‘falhas técnicas’ do projeto apresentado”, defendeu Geilson.

Carlos Geilson destaca importância de educadores em formatura de Pedagogia da UEFS 

O deputado estadual Carlos Geilson (PTN) ressaltou hoje, 18, a importância dos pedagogos em formatura do curso de Pedagogia da Universidade Estadual de Feira de Santana, em solenidade que contou com a presença do reitor José Carlos Barreto, de professores e técnicos da universidade estadual. Professor formado em Letras Vernáculas pela mesma universidade, o parlamentar que foi paraninfo da turma ressaltou a importância dos profissionais cujo objetivo é promover a reflexão, ordenação, a sistematização e a crítica do processo educativo. Ele também ressaltou as dificuldades por que passa a universidade pública no Brasil.

“Todos conhecem as dificuldades e obstáculos vividos por nossas universidades públicas: crise financeira, política e também pedagógica, sem esquecer o fantasma da privatização”, afirmou. “Mas vocês saem daqui hoje como formadores dos formadores, como aqueles que, ao lado dos professores, se responsabilizarão pelo pleno desenvolvimento das potencialidades dos alunos. Em outras palavras, o seu trabalho é fazer da educação, instrumento do desvendar e não com ela vendar as consciências. Isso porque, como disse Nélson Mandela, educação é a arma mais poderosa que dispomos para mudar o mundo”, destacou.

O deputado, radialista e professor também deixou um ensinamento aos novos pedagogos: “Nunca parem de aprender. Tenham consciência de que vocês são seres humanos inacabados, aptos a aprenderem e a mudarem constantemente”, disse. “A missão de educar é árdua, contudo, preservem a afetividade, pois não se pode falar em educação sem amor”, concluiu, sendo aplaudido por um auditório lotado.

Coronel Gilberto Santana pede maior atenção do governo à Polícia Militar

O deputado estadual Coronel Gilberto Santana (PTN) pediu hoje mais atenção do governo do Estado à Segurança Pública, em especial à Polícia Militar, quando a instituição completa hoje 186 anos de fundação. De acordo com o deputado, ele reconhece que existem deficiências em vários setores como educação, saúde, habitação, infra-estrutura, porém Segurança Pública é o que tem repercutido negativamente no desempenho do governo da Bahia. “Precisamos reverter essa situação. Compreendo as dificuldades do governo, mas não podemos assistir a população morrendo em consequência da violência, ainda mais num momento nem que o Estado pleiteia ser sede da Copa de 2014. Os órgãos de segurança como Polícia Civil e Militar precisar estar capacitadas para este momento desde agora”, avaliou. Segundo Coronel Gilberto Santana, uma Polícia Militar forte é mais segurança para a população. “Este é o momento da Bahia promover mudanças que irão repercutir positivamente no futuro dos Estado e suas instituições”, completou.

Luizinho Sobral recebe prefeito e vereadores

O deputado estadual Luizinho Sobral (PTN), recebeu ontem à tarde, 17, no gabinete da Assembléia Legislativa, o prefeito de João Dourado, Rui Dourado e de São Gabriel José Carlos da Cebola bases do parlamentar no interior baiano, que vieram dar as boas vindas ao parlamentar, reafirmar apoio político e apresentar as reivindicações e necessidades das duas cidades. “São duas importantes bases no interior baiano e hoje debati com os prefeitos as necessidades que as cidade tem no âmbito estadual”, afirmou o deputado. Luizinho Sobral também se reuniu com os colegas da Câmara de Vereadores de Salvador, Carlos Muniz (PTN), Pastor Luciano (PMN), David Rios (PTB), Alemão (PRP) e Geraldo Junior (PTN), este último que ocupou a vaga de Luizinho Sobral, quando este assumiu o mandato de deputado estadual. Os vereadores vieram reafirmar apoio ao deputado e apresentar reivindicações da capital a serem apresentadas na Assembléia Legislativa. “O deputado foi vereador de Salvador e agora é deputado, mas continua representando Salvador onde quer que ele esteja”, enfatizou Carlos Muniz.

Deputados e Vereadores pedem que professores da rede municipal suspendam paralisação 

Diversos vereadores de Salvador e deputados estaduais pediram hoje a suspensão da greve dos professores da rede municipal de Salvador, se aliando ao que disse o secretário-geral da APLB-Sindicato, Claudemir Nonato de Santana, que afirmou que a greve dos professores foi uma “decisão precipitada da categoria, que deveria dar mais tempo ao secretário de Educação, João Carlos Bacelar, recentemente empossado no cargo, para encaminhar as medidas acertadas com o sindicato”. Claudemir garantiu que defenderá o fim da greve na assembléia geral que a categoria realizará no início da próxima semana.

O secretário municipal de Educação, Cultura, Esportes e Lazer (Secult) João Carlos Bacelar está a pouco mais de um mês no cargo e, antes mesmo da greve, já havia se reunido com a APLB-Sindicato quando reafirmou que as condições mínimas necessárias para o início do ano letivo da Rede Municipal de Ensino seriam atendidas e que não haveria razão para paralisação das unidades escolares.

“Nunca vimos um gestor se reunir com um sindicato ao assumir uma secretaria para garantir que quer administrar com o apoio de todos. E isso ocorreu quando João Carlos Bacelar assumiu a Secult. Ele ouviu as reivindicações dos professores e desde o primeiro momento assegurou que ia dar as condições mínimas para as escolas funcionarem. E isso foi feito. Vamos, portanto, restabelecer o bom senso e pedir que os professores suspendam essa paralisação que é considerada precipitada até mesmo pelo secretário geral da APLB-Sindicato, Claudemir Nonato de Santana”, afirmou o vereador Carlos Muniz (PTN).

O vereador Geraldo Júnior (PTN) seguiu o mesmo caminho e disse não entender porque os professores decretaram greve se tinham asseguradas as condições mínimas de trabalho. “O secretário João Carlos Bacelar prometeu e cumpriu o acordo com os professores. Isso é reconhecido pelo secretário-geral da APLB-Sindicato. As escolas estão com as condições mínimas de infraestrutura para receber o alunado; tem a segurança da Polícia Militar, Guarda Municipal e agentes de portaria; o pagamento dos terceirizados foi regularizado; e existe a garantia de que a situação só tende a melhorar daqui prá diante. Então, não entendo porque essa greve. Não deram nem oportunidade para o secretário estabelecer uma rotina de trabalho”, protestou o vereador Geraldo Júnior.

O vereador lembrou que o secretário, em reunião com a APLB, ontem, teve o desprendimento de reconhecer que existem fragilidades no sistema e que está trabalhando para corrigí-las. “Mas, como afirmou o próprio secretário e admitiu hoje o secretário-geral da APLB Claudemir Nonato Santana, isso não é impeditivo para as aulas começem, nem para que os alunos sejam prejudicados”, disse o vereador. “Em que tempo os professores tiveram um secretário que se comprometesse a estabelecer um Termo de Compromisso com cada unidade escolar estabelecendo obrigações e deveres do Município, tendo como testemunhas o Ministério Público, a Câmara de Vereadores e a APLB-Sindicato? O que pedimos é que os professores usem do bom senso, dêem uma oportunidade ao secretário e não prejudiquem o alunado”, ponderou o vereador.

O vereador Alemão (PRP) também considerou açodada a paralisação dos professores. “Não entendi nada. Estive numa reunião com os professores que disseram que só iriam para as salas se as escolas tivessem segurança. Vi o secretário se reunir com a PM, com o prefeito e pedir apoio da Guarda Municipal e contratar agentes de portaria. Eu mesmo solicitei recuperação de várias escolas e sei que as obras emergenciais foram realizada. Vi a Secult convocar professores, agentes pedagógicos e merendeiras concursados. O que mais os professores querem? Tudo foi feito por parte da Secult. O secretário está aberto a conversa, tem recebido o sindicato e eles não cumpriram a parte deles. Peço que repensem essa posição e voltem a sala de aula até porque o secretário merece um voto de confiança. Ele está cumprindo com o que prometeu aos professores e diretores. Então, merece uma chance”, afirmou o vereador.

O vereador Paulo Magalhães Júnior (PSC) concordou com o secretário-geral da APLB-Sindicato, Claudemir Santana de que a greve é precipitada. “Vimos o secretário se comprometer publicamente com a categoria e propor a assinatura de um Termo de Compromisso. Então, não havia porque os professores realizarem greve logo no segundo dia de aula, quando tudo estava aparentemente acertado. Não podemos viver mais essa política do ‘quanto pior, melhor’, ainda mais quando o secretário João Carlos Bacelar já tinha assegurado as condições mínimas de funcionamento das escolas. Vamos, então, apelar para o bom senso e fazer com que as aulas recomeçem a fim de evitar prejuízos ao alunado”, pediu o vereador.

O vereador Pastor Luciano (PMN) também disse que a greve dos professores é precipitada uma vez que o secretário da Educação de Salvador tem cumprido os compromissos assumidos com a categoria. “O secretário reconhece as fragilidades do sistema e tem agilizado as reivindicações dos professores. Então, porque a greve? Os professores se precipitaram. Tinham que aguardar os resultados prometidos pelo secretário. E, sejamos justos, os resultados estão aparecendo. Temos que ver que o secretário está a pouco mais de um mês no cargo. Precisamos dar tempo para os resultados aparecerem. E eles (os resultados) estão aparecendo. Portanto, vamos ter bom senso e voltar para a sala de aula”, disse o vereador.

O mesmo pedido foi feito pelo vereador Alcindo da Anunciação (PSL): “Desde o primeiro momento o secretário João Carlos Bacelar está aberto ao diálogo com a APLB. Então, temos que pedir bom senso aos professores para que retornem as salas de aula e suspendam essa paralisação que não é consensual nem dentro do sindicato da categoria. O secretário, como disse o secretário geral da APLB Claudemir Santana, tem pouco tempo no cargo mas está atendendo a categoria. Tem demonstrado interesse em resolver os problemas da pasta. Portanto, temos que encontrar uma maneira saudável para chegar ao consenso”, afirmou.

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA– Os protestos contra o açodamento da paralisação dos professores também repercutiu na Assembléia Legislativa. O deputado estadual Alan Sanches (PMDB) foi o primeiro a tratar da questão, na sessão de ontem, em pronunciamento da tribuna da Assembléia Legislativa. “Os professores da rede municipal da Prefeitura de Salvador nem mesmo deram oportunidade ao secretário de Educação, Cultura, Esportes e Lazer João Carlos Bacelar tomar pé da situação da pasta. Os servidores, demonstrando insensibilidade, não deram nem oportunidade ao secretário mostrar a que veio. O secretário João Carlos Bacelar é um excelente administrador e está atento às necessidades dos professores”, disse Alan Sanches.

Hoje, os deputados estaduais e ex-vereadores de Salvador Luizinho Sobral (PTN) e Sidelvan Nóbrega (PRB) pediram bom senso aos professores e que suspendessem a paralisação. “Não é admissível uma paralisação com o secretário fazendo de tudo para atender a categoria. Pediram segurança, ele deu. Pediram infraestrutura mínima, ele deu. Pediram novos professores, ele deu. E foi mais além: se comprometeu em resolver todos os problemas da rede assinando um Termo de Compromisso tendo como testemunhas o Ministério Público, Câmara de Vereadores, APLB-Sindicato, diretores e professores. Então, há disposição em resolver os problemas. Não houve tempo. Vamos dar tempo para o secretário encaminhas as ações”, pediu Luizinho Sobral.

Já o deputado Sidelvan Nóbrega (PRB) , em pronunciamento na tribuna da Assembléia, pediu bom senso: “O secretário João Carlos Bacelar está se empenhando para resolver os problemas e atender aos professores. Fica, então, o nosso apelo a APLB para que ceda a fim de que os alunos retornem à sala de aula”, concluiu. A greve dos professores da rede municipal de Salvador foi deflagrada na última segunda-feira com a pretensão de paralisar as atividades nas 418 escolas da rede municipal de ensino.

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