Andaraí: em cartaz na Biblioteca Pública do Estado da Bahia a exposição ‘Ruínas de Igatu’

Arquitetura de Igatu é tema de exposição.

Arquitetura de Igatu é tema de exposição.

A Fundação Pedro Calmon/SecultBA, através da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Salvador), promove a exposição “Ruínas de Igatu”, que apresenta painéis com textos e imagens sobre o vilarejo da Chapada Diamantina e sobre o projeto “Consolidação e Reabilitação das Ruínas de Igatu, Andaraí-BA”, realizado pela Companhia de Restauro, com o patrocínio da Petrobras. O projeto foi selecionado pelo Programa Petrobras Cultural, e desenvolvido através do mecanismo cultural da Lei Rouanet. A exposição ficará em cartaz até o dia 15 de dezembro de 2010, das 8h30 às 21h, no foyer da Biblioteca Pública.

Segundo Liziane Perez, coordenadora do projeto, Igatu é um sítio histórico muito peculiar que foi tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e representa a história do ciclo da mineração na Bahia. De acordo com a coordenadora, o objetivo da mostra é divulgar o projeto para trazer um pouco da história de Igatu para os próprios baianos. “A exposição é importante porque traz um pouco da história de Igatu e divulga nosso projeto. Dessa maneira, as pessoas, principalmente os jovens que frequentam muito a Biblioteca, ficam conhecendo mais uma parte da própria história”, destaca Liziane.

Igatu é um dos mais importantes sítios históricos, arqueológicos e paisagísticos do país, único como expressão da ocupação do garimpo de diamantes da Chapada Diamantina. Em meio a serra do Sincorá, no coração da Bahia, sua paisagem silenciosa nos apresenta cenários pitorescos, com arquedutos, ruínas em pedra, grutas e tocas, que lhe conferem uma identidade especial.

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