Administração de João Henrique acumula dívida de 24 milhões junto a hospitais e instituições que prestam serviços na área de saúde em Salvador

A desastrada administração do prefeito de Salvador João Henrique que vem se tornando notória pela má aplicação do dinheiro público é agravada com a constatação de que a mesma acumula uma dívida de R$ 24,7 milhões.
A desastrada administração do prefeito de Salvador João Henrique que vem se tornando notória pela má aplicação do dinheiro público é agravada com a constatação de que a mesma acumula uma dívida de R$ 24,7 milhões.

A desastrada administração do prefeito de Salvador João Henrique que vem se tornando notória pela má aplicação do dinheiro público é agravada com a constatação de que a mesma acumula uma dívida de R$ 24,7 milhões junto a hospitais e instituições filantrópicas que prestam serviços na área de saúde. O processo de descontinuidade no repasse dos valores devidos pela assistência prestada através da rede conveniada e pelos serviços terceirizados na gestão de postos de saúde é uma situação que perdura desde o início do ano.

Segundo observa Maurício Dias, presidente da Federação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas da Bahia (FESFBA), a situação chegou a um ponto insustentável. “Apesar da disposição do Secretário Municipal de Saúde, José Carlos Brito, de quitar os débitos, manifestada em sucessivas reuniões de negociação, a situação não evolui junto à pasta da Secretaria Municipal da Fazenda”. Para que se possa ter uma ideia do montante da dívida, somente as Obras Sociais de Irmã Dulce (OSID) acumulam contas a serem pagas pela administração municipal da ordem de R$ 7,6 milhões. Na lista das instituições prejudicadas também estão o Hospital da Sagrada Família, a Fundação José Silveira e a Pró-Saúde.

A desastrada administração do prefeito de Salvador João Henrique que vem se tornando notória pela má aplicação do dinheiro público é agravada com a constatação de que a mesma acumula uma dívida de R$ 24,7 milhões junto a hospitais e instituições filantrópicas que prestam serviços na área de saúde. O processo de descontinuidade no repasse dos valores devidos pela assistência prestada através da rede conveniada e pelos serviços terceirizados na gestão de postos de saúde é uma situação que perdura desde o início do ano. Segundo observa Maurício Dias, presidente da Federação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas da Bahia (FESFBA), a situação chegou a um ponto insustentável. “Apesar da disposição do Secretário Municipal de Saúde, José Carlos Brito, de quitar os débitos, manifestada em sucessivas reuniões de negociação, a situação não evolui junto à pasta da Secretaria Municipal da Fazenda”. Para que se possa ter uma ideia do montante da dívida, somente as Obras Sociais de Irmã Dulce (OSID) acumulam contas a serem pagas pela administração municipal da ordem de R$ 7,6 milhões. Na lista das instituições prejudicadas também estão o Hospital da Sagrada Família, a Fundação José Silveira e a Pró-Saúde.

Sobre Carlos Augusto 9455 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).