Uma nova Bahia com o novo Brasil | Por Paulo Henrique Almeida

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A Bahia viveu até recentemente a experiência de modelo econômico que não melhorou as condições de vida da maioria dos baianos. Poucos empregos foram criados. A renda não foi distribuída. O crescimento se traduziu em forte concentração econômica, setorial e espacial, agravada pela dependência crescente de incentivos fiscais. Conseqüências: a infra-estrutura logística arrasada e uma situação social de extrema gravidade.

Foi com a aliança Lula-Wagner que esse quadro começou a mudar. Agora a estratégia é crescer repartindo. Usar o investimento público federal e estadual para transformar crescimento em desenvolvimento. De um lado, a ampliação da oferta de serviços sociais, com a construção de cinco novos hospitais, programa de alfabetização de adultos e expansão da educação profissional. Do outro, o alargamento da infra-estrutura social, com água e luz para todos, saneamento básico e construção de habitações populares.

Aliada a inclusão social, implementa-se a reconstrução e a ampliação da infra-estrutura logística. Está em curso a recuperação da malha rodoviária e aeroportuária e a modernização dos portos. Na parceria com o governo federal e o setor privado, Wagner lançou projetos que vão revolucionar a logística de carga e a mobilidade das pessoas em nosso estado, entre os quais: o complexo viário do Aeroporto 2 de Julho, a Via Expressa Portuária, a concessão do Complexo Rodoviário BA-093, a Ferrovia Oeste-Leste e o Porto Sul. Somem-se a isso os investimentos de mais de 1,2 bilhão de reais nas obras para a Copa de 2014, que incluem a nova Arena e um novo corredor de transporte de massa na avenida Paralela, em Salvador.

Isso tudo sem descuidar dos investimentos privados. No governo Wagner, foram implantadas 165 fábricas e ampliadas ou modernizadas outras 26 unidades, 70% das quais no interior. Tais empreendimentos somaram R$ 5,12 bilhões e geraram mais de 32 mil empregos. Existem ainda 239 projetos em carteira, prevendo-se inversões de novos R$ 28 bilhões.

Nesses três últimos anos, o PIB baiano cresceu mais de 12%. Só no primeiro semestre deste ano a taxa alcançou 10,0%, com expectativa para acima de 7% para 2010. Confirmada esta taxa, o crescimento médio anual durante o governo Wagner atingirá 4,5%. Com Wagner, já foram criados mais de 250 mil empregos formais. Isso significa que, em menos de um governo, já foram gerados mais 10 mil postos de carteira assinada do que nos três últimos governos juntos! Estes indicadores falam muito. Esse modelo tem que continuar, pois a nova Bahia vai crescer como o novo Brasil.

*Paulo Henrique Almeida é economista e superintendente de Planejamento Estratégico da Secretaria Estadual de Planejamento

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