Eleições 2010 – DataFolha: Dilma Rousseff vence no primeiro turno, com base nas pesquisas realizadas nos dias 21 e 22 de setembro pelo instituto

Segundo pesquisa, Dilma Rousseff fica com 49% das intenções de voto contra 42% dos demais candidatos e cai de 57% para 54% nos votos válidos. Diferença de Dilma para outros candidatos cai de 12 para 7 pontos.
Segundo pesquisa, Dilma Rousseff fica com 49% das intenções de voto contra 42% dos demais candidatos e cai de 57% para 54% nos votos válidos. Diferença de Dilma para outros candidatos cai de 12 para 7 pontos.
Segundo pesquisa, Dilma Rousseff fica com 49% das intenções de voto contra 42% dos demais candidatos e cai de 57% para 54% nos votos válidos. Diferença de Dilma para outros candidatos cai de 12 para 7 pontos.
Segundo pesquisa, Dilma Rousseff fica com 49% das intenções de voto contra 42% dos demais candidatos e cai de 57% para 54% nos votos válidos. Diferença de Dilma para outros candidatos cai de 12 para 7 pontos.

A diferença da taxa de intenção de voto de Dilma Rousseff (PT) para a soma dos percentuais obtidos pelos demais candidatos caiu cinco pontos percentuais em uma semana. A primeira pesquisa Datafolha realizada após a demissão da ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, mostra que a distância da petista para o total obtido pelos outros candidatos passou, nesse período, de 12 para 7 pontos percentuais.

O dado consiste em importante indicador sobre a probabilidade da ocorrência de segundo turno. Quanto menor a diferença entre o líder das intenções de voto e os outros candidatos, maior a probabilidade de segundo turno.

Comparando-se os resultados da pesquisa atual com os dados obtidos entre 13 e 15 de setembro, nota-se oscilação negativa de dois pontos percentuais no apoio a Dilma, que foi de 51% para 49% das menções. José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) oscilaram positivamente um e dois pontos, respectivamente. O tucano de 27% para 28% e a candidata do Partido Verde de 11% para 13%. Os outros candidatos, apesar de não alcançarem 1% individualmente, somados atingem a marca. Assim, o total das taxas obtidas pelos candidatos, com exceção da petista é de 42%.

Nos votos válidos, Dilma caiu três pontos em uma semana – de 57% para 54%. Mesmo assim, o índice ainda é suficiente para elegê-la presidente no primeiro turno, em 3 de outubro.

Segmentando-se os resultados, percebe-se que a petista caiu principalmente entre os que têm renda familiar mensal entre 5e 10 salários mínimos (10 pontos), entre os que têm nível superior de escolaridade (três pontos), entre os homens (três pontos), entre os que têm de 35 a 44 anos (quatro pontos), e entre os que moram no Norte e Centro-Oeste do país (três pontos). No distrito Federal, Dilma caiu sete pontos, na Bahia quatro e no Rio de Janeiro três.

Entre os mais escolarizados, Marina Silva cresceu quatro pontos e Serra três. Entre os que têm renda de 5 a 10 salários, a candidata do PV passou de 16% para 24% e o tucano de 28% para 34%. Entre os mais ricos, Marina oscilou um ponto e Serra quatro.

Nas regiões Norte e Centro –Oeste o tucano oscilou dois pontos percentuais e Marina três.

Marina também melhorou seu desempenho no Distrito Federal, no Rio de Janeiro, na capital fluminense e em Curitiba.

Na intenção de voto espontânea, sem a apresentação do cartão circular com os nomes dos candidatos, Dilma mantém 39%, Serra oscilou de 19% para 21% e Marina de 7% para 9%. A taxa de entrevistados que não sabe apontar candidatados caiu três pontos percentuais na última semana – de 28% para 24%.

52% tomaram conhecimento da queda de Erenice
47% acreditam em tráfico de influência; para 48%, ex-ministra sabia da atuação do filho

Aproximadamente metade dos brasileiros (52%) tomou conhecimento da demissão da ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra. Dentre estes, 13% julgam-se bem informados sobre o episódio. A constatação é mais freqüente entre os que têm renda superior a 10 salários mínimos (42%) e entre os mais escolarizados (30%). Não tomaram conhecimento especialmente os mais jovens (61%), os que têm menor renda (59%) e os que têm nível fundamental de escolaridade (59%).

Sobre os motivos da saída de Erenice, 47% afirmam acreditar que seu filho, Israel Guerra, realmente recebia comissão para favorecer empresas junto ao governo. Outros 40% não sabem responder à questão. Além disso, metade dos entrevistados (48%) acha que a ex-ministra sabia da atuação do filho. Em ambos os casos, as taxas mais expressivas dos que acreditam no tráfico de influência e no conhecimento de Erenice sobre o fato encontram-se entre os mais ricos e mais escolarizados.

À pergunta se o presidente Lula sabia do tráfico de influência dentro da Casa Civil, 27% respondem que sim contra 33% que afirmam o contrário e 40% que não sabem opinar. Quando a questão se refere ao conhecimento de Dilma Rousseff sobre o caso, 33% acham que a candidata sabia contra 27% que não acreditam na hipótese e 40% que não conseguem opinar.

Entre os que se julgam bem informados sobre a saída de Erenice Guerra do ministério, Dilma tem 47% das intenções de voto contra 30% de José Serra e 17% de Marina Silva.

Rejeição à petista oscila dois pontos em uma semana
Diferença de Dilma para Serra cai cinco pontos em simulação de segundo turno

Um em cada quatro eleitores brasileiros (24%) rejeita totalmente o nome de Dilma Roussef para a Presidência da República. Essa taxa é a mesma que a verificada em abril.

Comparando-se com pesquisa anterior, nota-se uma oscilação de dois pontos percentuais nesse índice no período de uma semana. A taxa dos que rejeitam José Serra permaneceu estável em 31% e a dos que reprovam Marina Silva oscilou negativamente dois pontos percentuais – de 18% para 17%.

Na hipótese de segundo turno contra José Serra, Dilma obtém 55% contra 38% do tucano. Há uma semana, essas taxas eram de 57% e 35%, respectivamente. A diferença entre os dois candidatos que antes era de 22 pontos, agora é de 17.

Grau de decisão do voto cai quatro pontos. Maioria desconhece números para votar na urna eletrônica

A taxa dos que se dizem totalmente decididos quanto ao voto para presidente da República caiu três pontos nos últimos 20 dias. Em 2 e 3 de setembro, o índice chegou a 81%. Agora, está em 78%.

Entre os eleitores de Dilma Rousseff, 84% se dizem totalmente decididos contra 73% dos de Serra e 70% de Marina.

Quanto à segunda opção de candidato, 29% apontam o tucano caso resolvessem mudar o voto. Outros 26% escolhem Dilma e 19% Marina. Há 20 dias, essas taxas correspondiam a 31%, 21% e 18%, respectivamente.

Sobre o conhecimento do número dos candidatos para a Presidência da República, 46% dos eleitores brasileiros acertam os algarismos que deverão digitar na urna eletrônica no dia 3 de outubro. A maioria, porém (54%) erra ao arriscar um palpite ou simplesmente admite desconhecê-los.

Comparando-se com a pesquisa anterior, nota-se um crescimento de sete pontos percentuais na taxa dos que acertam o número de seu candidato. Entre os eleitores de Dilma, o índice dos que sabem o número da petista subiu sete pontos em uma semana e chega a 58%. Entre os de Serra, 37% acertam e entre os de Marina, 26%. Na semana passada, essas taxas eram 30% e 16%, respectivamente.

Expectativa de vitória petista vai a 75%. Audiência do horário eleitoral permanece estável

Segundo 75% dos brasileiros, Dilma Rousseff deve vencer a próxima eleição para presidente da República. Para 13%, José Serra é que será eleito e 1% aposta em Marina Silva. Não sabem opinar 11%. Em comparação com levantamento feito há sete dias, nota-se crescimento e três pontos percentuais na expectativa de vitória petista (era 72% na ocasião).

Quanto ao horário eleitoral gratuito da TV, percebe-se manutenção das taxas de audiência. Já assistiram ao programa 53% dos eleitores (oscilação positiva de dois pontos percentual em uma semana), sendo que 49% viram o de Dilma, 47% o de Serra e 38% o de Marina.

Sobre quem está se saindo melhor nas propagandas, Dilma é a mais citada com 52%, seguida por Serra com 26% e Marina Silva com 12%. No levantamento anterior, essas taxas eram 54%, 25% e 11%, respectivamente.

Baixo o PDF da pesquisa:

DataFolha – Intenção de voto para presidente da República – Setembro de 2010.pdf

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