Diretor do DERBA, Berchris Moura, vem a Feira de Santana e diz em coletiva: Falta grana, tutú para fazer rodovias de qualidade

Depois de apresentar um amplo currículo de serviços prestados ao DERBA, o atual diretor geral, Berchris Moura Requião Filho declara: falta dinheiro, tutu para fazer rodovias com qualidade. Foto: Carlos Augusto | Guto Jads | Jornal Feira Hoje
Depois de apresentar um amplo currículo de serviços prestados ao DERBA, o atual diretor geral, Berchris Moura Requião Filho declara: falta dinheiro, tutu para fazer rodovias com qualidade. Foto: Carlos Augusto | Guto Jads | Jornal Feira Hoje
Depois de apresentar um amplo currículo de serviços prestados ao DERBA, o atual diretor geral, Berchris Moura Requião Filho declara: falta dinheiro, tutu para fazer rodovias com qualidade. Foto: Carlos Augusto | Guto Jads | Jornal Feira Hoje
Depois de apresentar um amplo currículo de serviços prestados ao DERBA, o atual diretor geral, Berchris Moura Requião Filho declara: falta dinheiro, tutu para fazer rodovias com qualidade.
Foto: Carlos Augusto | Guto Jads | Jornal Feira Hoje

Depois de apresentar um amplo currículo de serviços prestados ao DERBA (Departamento Estadual de Estradas e Rodagens da Bahia) o atual diretor geral, Berchris Moura Requião Filho, foi questionado pelo JGB, durante coletiva na sala de Imprensa da Prefeitura de Feira de Santana, o que ocasionava a baixa qualidade da pavimentação asfáltica das estradas e obras estaduais na Bahia? Ele pediu para ser mais específico, e disse que “cada caso é um caso”.

Foi citada as rodovias estaduais que ligam Feira a Coração de Maria e Coração de Irará, construídas e inauguradas no governo passado? Ele responde que: “foi aplicado um tratamento superficial simples. O que demandava uma manutenção, que não foi realizada”, e seguiu falando que “cada rodovia é feita para suportar um tipo de carga e as vezes, ocorre um volume de carga superior ao projetado”. Em resumo, falta qualidade construtiva, manutenção, planejamento e fiscalização.

Um dos repórteres presentes perguntou o motivo de não se fazer rodovias como são construídas na Europa, Estados Unidos e até mesmo na África do Sul?”. Requião Filho, fazendo um gesto com os dois dedos coçando responde: “falta dinheiro, tutú para fazer rodovias com qualidade”.

Fica evidente que ao longo dos anos, na Bahia, em obras Federais, Estaduais e Municipais optou-se por pavimentações com baixa qualidade construtiva. Lamentavelmente está política persiste e a quem culpar? A uma sociedade que questiona pouca, aos engenheiros e funcionários públicos que deveriam ter uma postura decente para consigo mesmo e para com a sociedade, aos políticos que representam o povo e tem uma visão míope de nação? A reposta é evidente, cada um de nós em nosso silencio somos responsáveis pela torpes destes gestores públicos. Que constroem rodovias sem qualidade, aumentando os riscos de acidentes com morte, prejuízos financeiros com a manutenção dos veículos e com o atraso nas viagens. Enquanto bilhões de reais são pagos para fazer rodovias com qualidade. Mas, até quando?

Sobre Carlos Augusto 9515 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).