A economia do Brasil em crescimento | Por Carlos Fernando Priess

O Brasil está crescendo a olhos vistos, com um extraordinário mercado livre e exportando muito, o que fortalece sobremaneira a nossa economia.

O produto interno bruto (PIB) está se aproximando dos 2 trilhões de dólares, colocando o Brasil como a nona maior economia do mundo, já desde 2008, conforme cálculos do FMI e a segunda maior do continente, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. O PIB representa a soma de todos os bens e serviços finais produzidos numa região, durante um período determinado, sendo um dos indicadores mais utilizados no mundo globalizado, com o objetivo de medir a atividade econômica de uma região.

O Brasil, governado por metalúrgico do ABC Paulista, mas que sabe das coisas, com um Ministério de primeira grandeza, torna nossa economia cada vez mais firme, superando os principais reflexos da recente crise econômica mundial.

Crise que não prejudicou a economia brasileira, que vem crescendo a uma taxa média de cerca de 5% ao ano, conforme as estatísticas têm demonstrado e provando que o modo de crescer que o Governo vem praticando é sustentável.

O país é membro de diversas organizações econômicas, como o Mercosul, a Unasul, o G8+5 e o G20. Nossos parceiros comerciais estão na ordem das centenas, com 60% das nossas exportações principalmente de produtos manufaturados e semimanufaturados.

O Fórum Econômico Mundial, em sua reconhecida avaliação, diz que o Brasil foi o país que mais melhorou em competitividade e satisfazendo as necessidades e expectativas dos clientes ou cidadãos aos quais estamos servindo, superando a Rússia pela primeira vez.

Temos hoje um sofisticado setor tecnológico, inclusive, desenvolvendo ousados projetos, que vão desde submarinos a aeronaves e um respeitável programa de pesquisa espacial, com um sofisticado centro de lançamento de satélites, tendo sido único país do Hemisfério Sul a integrar uma equipe responsável pela construção de uma importante Estação Espacial Internacional.

Essa Estação Espacial Internacional, de cujo projeto, é bom que se diga, teve a participação de cientistas brasileiros, encontra-se em órbita em torno da terra a uma altitude de aproximadamente 360 quilómetros, tipicamente designada de órbita terrestre baixa. São pontos importantes e que dão cada vez mais, respeitabilidade ao nosso país, além de fortalecer a nossa economia.

É também o pioneiro em muitos outros campos econômicos, incluindo a produção de etanol, que até os Estados Unidos querem fazer.

O Brasil tem estado, igualmente, na vanguarda do fenômeno das multinacionais latino-americanas, que, graças à tecnologia superior e organização, têm virado sucesso mundial.

Essas multinacionais, tais como, Marcopolo, Braskem, Coteminas, Embraco, Embraer, Gerdau, Natura, Perdigão, Petrobrás, Sadia, Vale do Rio Doce, Votorantin e Weg, têm feito essa transição, investindo maciçamente no exterior, na região e fora dela, realizando, pois, uma parcela crescente de suas receitas a nível internacional.

Sem falar que o Brasil é pioneiro nos campos da pesquisa de petróleo em águas profundas, de onde 73% de suas reservas são extraídas.

*Com informações de Carlos Fernando Priess

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