Redenção Humana: a etapa final | Luis Augusto Weber Salvi

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A iluminação da Humanidade, é a suprema meta da evolução desta espécie sobre a Terra. Esta é a grande Verdade que tem sido anunciada e preparada pelas grandes religiões, cada uma à sua maneira.

O reino humano é aquele que desperta uma alma, esta é a grande novidade da evolução que ele representa como reino, resumindo toda a evolução anterior e preparando o mundo para as coisa superiores que virão depois.

Para o ser humano como tal, uma coisa importa acima de todas: a salvação da sua alma, e de forma realista e definitiva, empregando a Fé como alicerce, mas também os conhecimentos da Ciência.

Para chegar a isto, muito esforço tem sido realizado através dos milênios, e grandes verdades têm sido reveladas sobre o Caminho. Contudo, muitas vezes os conhecimentos se perdem ou desviam, por ignorância ou por interesse, e há épocas inteiramente desfavoráveis a esta ou àquela verdade espiritual.

Por isto, muito engodo também é oferecido pelas crenças religiosas, visando superar resistências ou cooptar a sociedade com crendices distorcidas, já pela crença de que “todos” nascem com uma alma consciente, que “todos” reencarnam para evoluir, que “todos” podem se iluminar… Enfim, o pastiche generalizante tão ao gosto popular, e que os demagogos sempre apregoam. Se oferece salvação a preço de mercado, e iluminação no curso de uma semana.

É preciso muito critério, esforço e auxílio, para que uma parte substancial da humanidade venha a cumprir a meta evolutiva humana, que é a iluminação da consciência, já através da encarnação glorificada para que cada um tenha plena segurança da sua liberação.

O Plano da evolução humana começou a ser traçado há muitos milênios, e a Loja Branca é a custódia dos seus rumos seguros, através dos seus Mestres de Compaixão.

Neste Plano, a salvação é uma realidade providencial, a reencarnação é um método evolutivo e a iluminação é a verdadeita meta.

Para chegar a isto, a humanidade necessita cultivar a sua Alma, que é o “ambiente” espiritual destinado a permitir florescer a luz. É a espada que surge do lago na lenda celta, é a jóia que se revela no lótus da tradição tibetana.

Este lótus tem sido já amplamente cultivado, e agora é chegado o momento de conhecer a jóia.

O fato de muita gente encarnar no final dos ciclos, se deve a haver muitas almas “acumuladas” ao longo dos tempos, que necessitam então se reunir nos tempos finais para receber a Revelação Maior e ter chances de se libertar.

Uma das coisas que importa saber aqui, é que na data de 2012 estaremos entrando no no “Sexto Mundo” (pelo calendário maia-nahua), que é a Quarta e última Humanidade desta Terra.

Este Quarto ciclo racia-espiritual, contado a partir da Lemúria quando Shambala e Sanat Kumara se manifestaram (porque antes não havia uma integração entre os Centros da Humanidade e da Hierarquia), é o grande domínio da quarta classe social, que é a sacerdotal.

Isto significa que somente agora, as instituições desta categoria social poderão realmente amadurecer, permitindo as elevadas conquistas que advém, quando céu e terra devem se equiparar –naquilo que é, da mesma forma, a meta de “toda” a espécie humana. Tal coisa de pronto nos traz duas sublimes realidades: iluminação e almas-gêmeas, ou seja: a “perfeição” interior e a “perfeição” exterior.

Tal coisa traz a força do Quarto Elemento, o Fogo, integrando toda uma cosmologia cultural e abrindo caminho para a expressão da Quintessência. Por isto a escatologia da quarta raça se anuncia através deste Elemento, cabendo desenvolver o seu aspecto espiritual para equilibrar a coisas.

Para deslanchar este novo ciclo, que traz no seu bojo uma síntese humana através do resgate dos saberes tradicionais, é preciso forjar uma nova unidade social, que neste caso deve ser especialmente a dos espiritualistas, deixando para trás toda a insuficiência e o amadorismo que tem dominado grandemente as atividades religiosas e espirituais. É chegada a hora de tratar, pois, de uma verdadeira Sociologia Espiritual.

É chegada a hora, para isto, da abertura das Escolas de Iluminação, que podem ter modelos didáticos semelhantes ao do sistema social do Brahmanismo, devidamente resgatado e depurado, nos termos de uma “educação permanente” visando, de resto, organizar os setores sociais.

A cultura das classes superiores, se caracteriza pela experiência prática e regular com o Invisível. As classes inferiores também conhecem os Mistérios, porém apenas de forma ocasional ou como tema de fé. Assim, o proletariado tem na luz um flerte; a burguesia tem na luz uma namorada; a aristocracia tem na luz uma noiva; e o clero tem na luz uma esposa. Naturalmente, isto que se afirma das classes, também se aplica aos graus espirituais, razão pela qual os dois conceitos –classe e grau- estavam perfeitamente fundidos no varashramadharma do antigo Brahmanismo.

É chegada a hora, pois, das bodas da humanidade com a luz, alcançando-se através disto, um verdadeiro matrimônio entre o céu e a terra.

* http://escolaagarth a.blogspot. com/

*Com informações de Luis Augusto Weber Salvi

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