Apoio do PPS a Geddel, dado como certo, passa a depender de decisão do TSE

Ao que tudo indica a campanha política do pré-candidato ao governo pelo PMDB, Geddel Vieira, está acometida de uma forte urucubaca. A aliança entre o PPS baiano e o PMDB, considerada até recentemente como certa, agora depende de uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral. É o que explica o presidente nacional da sigla, deputado Roberto Freire.

Ele ingressou no TSE com uma consulta para saber como funcionará o fim da verticalização partidária (que permite que agremiações adversárias nacionalmente se aliem nos estados) em relação ao horário eleitoral gratuito. Na prática, Freire quer saber se no tempo de TV que o PPS somou à candidatura majoritária (de Geddel), poderá ser exibida a imagem do candidato do PSDB à Presidência, José Serra – Geddel apoiará a petista Dilma Rousseff.

A exigência por direcionar o tempo de TV do partido para promover Serra, segundo Freire, é condição inegociável para que a aliança se viabilize. “Caso contrário, a direção nacional irá vetar”, garante. Entretanto, se o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) permitir a inserção do tucano no programa de Geddel, o dirigente admite que a questão estará superada.

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