Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Feira comemora dia da mulher e melhorias para a zona rural

Na manhã desta segunda-feira (08/03/2010), Dia Internacional da Mulher, o STR – Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Feira de Santana fez uma homenagem às mulheres e na oportunidade a direção do sindicato aproveitou para fazer uma avaliação do Acampamento nos dias 01 a 03 deste mês em frente à prefeitura municipal de Feira de Santana.

Conceição Borges, presidente do STR-Feira, juntamente com toda a direção receberam centenas de trabalhadores e, especialmente, trabalhadoras rurais para um Seminário de Avaliação do Acampamento e homenagem ao Dia Internacional da Mulher.

A presidente do STR-Feira, Conceição Borges, comemorou o dia das mulheres e fez um balanço das ações do acampamento. “Nós conseguimos grandes avanços como mulheres e como Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Feira de Santana. O acampamento foi muito positivo, mas ainda não acabou. Temos que fiscalizar as ações do governo municipal para saber se o milhão destinado para a agricultura vai realmente para a zona rural”, pontuou Conceição Borges.

Dentre as ações conquistadas através do Acampamento estão, o aumento em R$ 1 milhão para o orçamento da Secretaria de Agricultura e Recursos Hídricos; ações emergenciais de enfrentamento dos efeitos da seca, como construções de cisternas para captação de água, aumento do tempo de tratores para aragem de terras para duas horas e meia e no volume de sementes distribuídas pelo Governo Municipal para dois quilos de feijão e mais dois quilos de milho e recuperação de solo dentro de método agroecológico.

Além da construção de 200 casas, pelo programa Minha Casa, Minha Vida em 2010. E mais 100 casas em 2011 e 100 em 2012 e da construção de um Centro Distribuidor de Hortifrutigranjeiros na zona rural.

No dia 22 de março, o prefeito municipal Tarcízio Pimenta, marcará audiência com representantes dos governos municipal, estadual e federal na CDL – Câmara dos Dirigentes Lojistas para melhoria na implementação de políticas públicas para a zona rural de Feira de Santana.

História do 8 de março

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. E somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Redação do Jornal Grande Bahia
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