Indignado com os assaltos ao Opô Afonjá, Geddel acusa a apatia do governo como responsável pela escalada da violência na Bahia

Geddel Vieira Lima: O que falta ainda acontecer para que o governo do Estado saia da inércia e comece a tratar a segurança pública com prioridade? Será que mais baianos terão que ser vítimas de assaltos e roubos?
Geddel Vieira Lima: O que falta ainda acontecer para que o governo do Estado saia da inércia e comece a tratar a segurança pública com prioridade? Será que mais baianos terão que ser vítimas de assaltos e roubos?
Geddel Vieira Lima: O que falta ainda acontecer para que o governo do Estado saia da inércia e comece a tratar a segurança pública com prioridade? Será que mais baianos terão que ser vítimas de assaltos e roubos?
Geddel Vieira Lima: O que falta ainda acontecer para que o governo do Estado saia da inércia e comece a tratar a segurança pública com prioridade? Será que mais baianos terão que ser vítimas de assaltos e roubos?

É crescente e generalizado o grau de violência na Bahia, nem mesmo um dos mais tradicionais terreiros de Ubanda do país, Ilê Axé Opô Afonjá de Mãe Estela ficou de fora da fúria dos marginais e já foi vítima de sucessivos assaltos.

Indignado com a violência que assola a Bahia o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, fez questão de registrar o seu repúdio. “O que falta ainda acontecer para que o governo do Estado saia da inércia e comece a tratar a segurança pública com prioridade? Será que mais baianos terão que ser vítimas de assaltos e roubos e até mesmo serem mortos para o governador decidir investir na segurança, ao invés de priorizar a publicidade?”, indagou.

As notícias veiculadas na imprensa dão conta de que o terreiro de Mãe Stella já sofreu diversos assaltos. Um deles aconteceu durante a realização de um ritual. Os assaltantes fortmente armados aterrorizaram a ialorixá, além de roubarem jóias e dinheiro. Tentando se proteger, os filhos de santo do terreiro decidiram construir um muro para interromper o acesso a Baixinha de Santo Antônio, de onde presumivelmente saem os assaltantes, mas traficantes já avisaram que se for construído, o muro será derrubado por eles. “Quando o governo é fraco, os criminosos não têm limite na ousadia, porque se acham fortes”, advertiu o ministro.

Ele acrescenta que a apatia do governo em relação a escalada do crime pode ser avaliada pela resposta dada pelo delegado responsável pela área em que está localizado o Terreiro de Mãe Stella: “Ao invés de se comprometer a prender os assaltantes e reprimir o crime, ele simplesmente declara a um jornal que a solução é o terreiro contratar mais seguranças, como se a responsabilidade pelos assaltantes andarem soltos pelas ruas fossem das vítimas e não da polícia”.

Geddel observa que o crescimento da violência na Bahia já prejudica a imagem do Estado, particularmente Salvador, no cenário nacional e internacional. Citou como exemplo a repercussão do assalto à cantora Gretchen, divulgado pela imprensa, em que a vítima diz que “Salvador é uma cidade maravilhosa, mas a segurança é lamentável” e acrescenta que vai ficar “muito preocupada” quando voltar à cidade. O ministro acredita que situações como estas resulta em graves consequências para o turismo baiano.

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