Senador César Borges (PR/BA) pede ajuda do governo da Bahia para fruticultores do estado

O senador César Borges (PR-BA) registrou, em discurso nesta terça-feira (10), o desespero dos fruticultores da região do Recôncavo e do litoral norte devido ao fechamento das fábricas de suco na Bahia, causado pela crise financeira.
O senador César Borges (PR-BA) registrou, em discurso nesta terça-feira (10), o desespero dos fruticultores da região do Recôncavo e do litoral norte devido ao fechamento das fábricas de suco na Bahia, causado pela crise financeira.
O senador César Borges (PR-BA) registrou, em discurso nesta terça-feira (10), o desespero dos fruticultores da região do Recôncavo e do litoral norte devido ao fechamento das fábricas de suco na Bahia, causado pela crise financeira.
O senador César Borges (PR-BA) registrou, em discurso nesta terça-feira (10), o desespero dos fruticultores da região do Recôncavo e do litoral norte devido ao fechamento das fábricas de suco na Bahia, causado pela crise financeira.

O senador César Borges (PR-BA) registrou, em discurso nesta terça-feira (10/11/2009), o desespero dos fruticultores da região do Recôncavo e do litoral norte devido ao fechamento das fábricas de suco na Bahia, causado pela crise financeira. Ele pediu ao governo baiano que “tome alguma iniciativa” para a reabertura das indústrias, que compravam praticamente toda a produção de laranja do estado.

César Borges disse que os proprietários das fábricas estão dispostos a alugar suas instalações ao governo ou a uma cooperativa de produtores até a recuperação do mercado internacional de sucos. Enquanto isso, produtores de laranja do estado estão tentando vender suas colheitas a indústrias instaladas em Sergipe, mas o impasse já levou a uma perda superior a 30% na colheita deste ano.

Produtores de cacau

No mesmo pronunciamento, o senador César Borges pediu ao governo federal que encontre uma forma de beneficiar milhares de produtores de cacau do sul da Bahia, que estão impedidos de se beneficiar do Plano de Aceleração do Desenvolvimento do Agronegócio da Região Cacaueira da Bahia, conhecido como PAC do Cacau. O plano excluiu agricultores que fizeram renegociação de dívidas no passado dentro do Programa Especial para Saneamento de Ativos (Pesa), porque suas propriedades estão hipotecadas.

Dos 15 mil cacaicultores baianos, cerca de 7mil devem ficar de fora do PAC do Cacau se nada for feito, informou o senador. Ele sugeriu que os produtores que aderiram ao Pesa, mas que estiverem pagando suas dívidas em dia, possam tomar créditos do PAC do Cacau.

Redação do Jornal Grande Bahia
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