Produtores familiares poderão financiar compra de caminhões por intermédio do Pronaf

O Jornal Grande Bahia (JGB) é um site de notícias com publicações que abrangem as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador, dirigido e editado pelo jornalista e cientista social Carlos Augusto.
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Brasília – Produtores familiares poderão, a partir de agora, financiar caminhões e camionetes de carga com juros privilegiados. Esses bens foram incluídos hoje (26/11/2009) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) Mais Alimentos e atende os produtores que necessitam usá-los na produção e comercialização de alimentos.

Os juros cobrados nessa linha de crédito são de 2% ao ano, com dez anos para pagar e três anos de carência. Ela inclui caminhões frigoríficos, isotérmicos e graneleiros, mas veículos de cabine dupla estão excluídos do financiamento.

O secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, confirmou que a discussão da medida no governo começou depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve acesso ao depoimento da mulher do agricultor familiar Fernando Kubota, que recebeu o primeiro trator financiado com recursos do Plano Safra Mais Alimentos, em julho de 2008. Segundo a companheira do agricultor, o trator ajudou muito a aumentar a produção da família, mas faltava um caminhão para escoá-la.

Além disso, o CMN estabeleceu prazo de três anos para reembolso das operações de custeio de açafrão e palmito. Segundo Bittencourt, o prazo médio atualmente é de um ano, podendo ser estendido para dois. “O prazo para essas duas culturas foi ampliado porque o período entre o plantio e a colheita supera os dois anos”, afirmou.

A erva-mate também foi incluída no Pronaf Mais Alimentos, com a mesma taxa de juros de 2% ao ano, dez anos para pagar e três anos de carência. O limite é de R$ 100 mil por produtor. “Para quem não conhece a abrangência da erva-mate, ela é cultivada em mais de 170 mil propriedades em quase 600 municípios no Sul do país”, ressaltou o secretário.

 *Com informações da Agência Brasil

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