Geddel diz que Wagner encarna ACM ao utilizar os métodos do Carlismo

Outro exemplo de conduta carlista citada pelo ministro da Integração Nacional foi o destempero verbal. “Não parece uma posição republicana e democrática chamar os oposicionistas, no exercício de suas funções, de abestalhados e os prefeitos de birutas.
Outro exemplo de conduta carlista citada pelo ministro da Integração Nacional foi o destempero verbal. “Não parece uma posição republicana e democrática chamar os oposicionistas, no exercício de suas funções, de abestalhados e os prefeitos de birutas.
Outro exemplo de conduta carlista citada pelo ministro da Integração Nacional foi o destempero verbal. “Não parece uma posição republicana e democrática chamar os oposicionistas, no exercício de suas funções, de abestalhados e os prefeitos de birutas.
Outro exemplo de conduta carlista citada pelo ministro da Integração Nacional foi o destempero verbal. “Não parece uma posição republicana e democrática chamar os oposicionistas, no exercício de suas funções, de abestalhados e os prefeitos de birutas.

Em seu comentário semanal na Rádio Metrópole, nesta segunda-feira, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima disse que o governador Jaques Wagner vem encarnando os métodos do carlismo em sua gestão. O ministro citou, entre outros exemplos do que considera práticas carlistas, o recente ofício que o governador enviou ao Tribunal de Contas do Estado questionando um conselheiro que votara pela rejeição das contas do governo relativas ao exercício de 2008. Para Geddel, essa atitude “parece se alinhar na categoria da intimidação, com o governador encarnando o próprio ex-senador Antonio Carlos, usando o poder para tentar silenciar os que dele discordam”.

O ministro abriu o comentário lembrando o enfrentamento que fez ao estilo de fazer política do ex-senador Antonio Carlos Magalhães. “Ele tinha suas qualidades de homem público, é bem verdade, mas possuía práticas e defeitos intoleráveis, contra os quais lutamos”. Em seguida, Geddel explicou que resgatava esses aspectos do passado devido à “surpresa e ao inconformismo de ver aqueles que se dizem republicanos e democratas enveredarem pelas mesmas práticas daquilo que se chamou carlismo”.

Outro exemplo de conduta carlista citada pelo ministro da Integração Nacional foi o destempero verbal. “Não parece uma posição republicana e muito menos democrática chamar os oposicionistas, no exercício de suas funções, de abestalhados e os prefeitos de birutas de aeroporto, como fez há pouco tempo o governador do estado”. E completou afirmando ser também método típico de ACM reciclado as tentativas do atual governo de controlar a Assembléia Legislativa e as intervenções em partidos políticos, como aconteceu recentemente com o PDT baiano.

O ministro criticou também o “terrorismo político” do PT baiano nas eleições municipais do ano passado ao utilizar o discurso de que para ter sucesso administrativo o prefeito teria que ser do mesmo partido do presidente e do governador, pois só assim receberia recursos para as obras necessárias à população. “Um argumento que na época de Antonio Carlos era repetido à exaustão e que continua sendo dito como se o Brasil de hoje fosse igual ao Brasil daqueles tempos”.

Vieira Lima citou, ainda, entre as práticas do carlismo adotada pelo atual governo o uso “massivo e abusivo” da propaganda para tentar “manipular, influir, alterar a opinião pública”. O ministro, que é pré-candidato a governador, afirmou que foi por razões como essas que seu partido, o PMDB, entregou cargos e posições que detinha no governo estadual para oferecer “um novo debate de idéias, uma nova alternativa”. E finalizou: “Fico a me perguntar: tem algo mais parecido com os métodos do passado que tanto combatemos do que os praticados no presente? O que não é possível é concordarmos com o retorno, ainda que disfarçado, do Carlismo que nós todos ajudamos a combater e a derrotar nas urnas”.

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