Brasil tem cadeira rotativa no Conselho de Segurança

Essa é a 10ª vez que o país vai ocupar uma cadeira rotativa do Conselho de Segurança. O Brasil foi o único país da América Latina a se candidatar ao posto destinado à região.
Essa é a 10ª vez que o país vai ocupar uma cadeira rotativa do Conselho de Segurança. O Brasil foi o único país da América Latina a se candidatar ao posto destinado à região.
Essa é a 10ª vez que o país vai ocupar uma cadeira rotativa do Conselho de Segurança. O Brasil foi o único país da América Latina a se candidatar ao posto destinado à região.
Essa é a 10ª vez que o país vai ocupar uma cadeira rotativa do Conselho de Segurança. O Brasil foi o único país da América Latina a se candidatar ao posto destinado à região.

É a 10ª vez que o país é eleito membro-não permanente; Gabão e Nigéria ficaram com os lugares destinados à África, o Líbano com o assento reservado para a Ásia e a Bósnia e Herzegovina com a cadeira do Leste Europeu.

O Brasil conquistou um assento no Conselho de Segurança das Nações Unidas. A Assembleia Geral da ONU escolheu nesta quinta-feira os cinco novos países que vão ocupar os postos de membros não-permanentes do Conselho nos próximos dois anos.

Brasil

Essa é a 10ª vez que o país vai ocupar uma cadeira rotativa do Conselho de Segurança. O Brasil foi o único país da América Latina a se candidatar ao posto destinado à região. A candidatura brasileira já tinha sido endossada pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa e pelo Grupo da América Latina e Caribe.

Prioridades

A embaixadora do Brasil junto à ONU, Maria Luiza Ribeiro Viotti, falou à Rádio ONU sobre as prioridades do Brasil nos próximos dois anos no Conselho de Segurança. “O Brasil está muito honrado com o apoio que recebeu para a volta ao Conselho de Segurança. Nós trazemos uma experiência de nove anos, uma experência de diálogo, cooperação e desenvolvimento na nossa região e para além dela. Esperamos trabalhar para fortalecer os processos de paz, de negociação e de solução pacífica de controversas no âmbito do Conselho”, afirmou.

A embaixadora também avalia que a vitória representa uma oportunidade de exercício para uma possível conquista, no futuro, de uma cadeira permanente no Conselho. ” Há uma percepção de que o Brasil pode, de fato, deve assumir novas responsabilidades. Temos feito isso, estamos mais presentes nas operações de paz das Nações Unidas. Estamos muito presentes nos esforços de contrução da paz na ONU. Creio que será um exercício muito importante para o presente, mas com vistas para o futuro, disse.

Gabão e Nigéria ficaram com os dois lugares destinados à África e o Líbano com o assento reservado para a Ásia. A Bósnia e Herzegovina conquistou a cadeira do Leste Europeu.

*Com informações da Rádio ONU em Nova York.

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