Lula volta defender mais redução da taxa básica de juros

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender hoje (12/08/2009) uma maior queda da taxa básica de juros, ao afirmar que é possível reduzir mais. “Temos o menor patamar de juros da nossa história, é desejável e possível cortar ainda mais”, disse Lula ao ser homenageado com o Grande Colar da Ordem do Mérito Industrial pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em sessão comemorativa dos 71 anos da entidade.

Na presença de ministros, empresários e alunos do Senai, Lula também destacou o potencial exportador do país com a descoberta do pré-sal e garantiu que “o ciclo de ajuste de nossa economia foi concluído”. Na avaliação do presidente, as curvas do emprego e da atividade industrial sinalizam uma retomada do crescimento neste segundo semestre. Lula também afirmou que há perspectiva de aumento das exportações industriais ainda este ano.

No começo da cerimônia, o presidente da CNI, deputado Armando Monteiro Neto, justificou a homenagem ao presidente afirmando que os elos de Lula com a indústria são antigos, desde a formação como torneiro mecânico pelo Senai, nos anos seguintes como metalúrgico e na atuação como líder sindical, que “assustava setores do empresariado nos anos 70 e80”.

“A abertura ao diálogo marcou sua história e, no presente, se consolidou como característica de seu governo”, afirmou o presidente da CNI, frisando que a indústria entrou no foco das ações do governo. “Com uma agenda de preservação dos fundamentos macroeconômicos e de inovação social, o Brasil se diferenciou. Confiou confiança interna e transformou-se em exemplo para a América Latina e o mundo”, disse Monteiro Neto.

O presidente da CNI falou sobre as dificuldades de fazer a reforma tributária, mas ressaltou a capacidade do presidente Lula para solucionar os problemas que tiram a competitividade do setor produtivo nacional. “Sabemos que uma reforma tributária ampla enfrentará problemas. Mas Vossa Excelência tem condições plenas de acabar com aspectos perversos da anticompetitividade brasileira, como a acúmulo de créditos das exportações e a taxação dos investimentos”, disse Monteiro Neto. “Avanços parciais ocorreram. É hora de completa-los”,  afirmou.

*Com informação da Agência Brasil.

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