Diversidade literária e artística marca a 2ª Feira do Livro

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Terminou neste domingo a 2ª Feira do Livro, evento que reuniu escritores, editores e leitores, além de artistas dos mais variados estilos, num prazeroso espaço de convivência para despertar na população, inclusive nas crianças, a importância do fazer da leitura um instrumento de formação de sujeitos do conhecimento.

A diversidade de obras literárias foi uma das marcas da 2ª Feira do Livro, evento iniciado quinta-feira e que prosseguiu até o início da noite deste domingo com diversas atividades em estandes e palco armados na praça Monsenhor Renato Galvão, a conhecida Matriz. O número de títulos expostos, comercializados a preços simbólicos, passou de 2 mil para 5 mil em relação à Feira de 2008, conforme observou o professor Genival Corrêa, coordenador de Extensão da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e um dos organizadores do evento.

Crianças marcaram presença 

O reflexo da diversidade da Feira do Livro não se limitou a estilos literários ou artísticos. O fluxo de pessoas foi também foi superior ao do ano passado. Apesar de não haver controle do acesso ao local, pôde-se notar aumento no número de visitantes e de agendamentos de escolas de vários municípios da região, segundo observa Genival Corrêa.Para a pró-reitora da Extensão da Uefs, Maria Helena Besnosik, um dos pontos altos da 2ª Feira do Livro foi a participação nas oficinas oferecidas. Ela cita, ainda, a melhor organização dos estandes, o que permitiu novidades, como a presença de bibliotecas como a da Fundação Pedro Calmon, de Salvador, a Monteiro Lobato, de Feira de Santana, e a itinerante do Sesi, montada em um veículo.

Dom Itamar Vian, professor da Uefs João Batista Cerqueira e o reitor José Carlos Barreto prestigiam a Feira do Livro

A popularização do livro, a democratização da leitura e a inter-relação entre a leitura e a arte foram fatores apontados por Dom Itamar Vian, arcebispo metropolitano de Feira de Santana, como conquistas da 2ª Feira do Livro. O arcebispo afirmou que, para 2010, o local de realização do evento pode ser mudado ou ampliado para atingir uma maior parte da população. “A Feira não pertence a este ou aquele grupo; é de toda a comunidade”, salientou.

As atividades foram abertas às 17 horas desta quinta-feira no auditório armado no local com palestra interativa sobre o tema Como Evitar a Morte do Livro, proferida por Sérgio Luiz Cerviño Rivero Gomez, mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas. Em seguida, os presentes assistiram performance do ator feirense Araílton Público sobre Feira de Santana e a Literatura de Cordel e apresentação musical dos tenores José Carlos Santos de Lima e Josué Santana da Paz.

A programação contou, também, com mesas redondas, debates, apresentações teatrais, recitais, lançamentos de livros e oficinas. o que rolou na 2a Feira do Livro – programação completa:

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