Crise prejudica programas de planejamento familiar

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Relatório conjunto do Unfpa e Banco Mundial indica que a atual crise economica dificulta o acesso a financiamentos para programas de saúde reprodutiva; mais de 500 mil mulheres morrem todos os anos durante a gravidez ou parto.

Um relatório conjunto do Fundo de População das Nações Unidas, Unfpa e do Banco Mundial, lançado quarta-feira, em Washington, afirma que a crise econômica mundial tornou mais difícil o acesso a financiamentos para programas de saúde materna.

Segundo o documento, o planejamento familiar e outros serviços de saúde reprodutiva não são prioridade nos programas de desenvolvimento dos países pobres.

Leia o boletim de Eduardo Costa, da Rádio ONU em Nova York.

Saúde Materna

Números preliminares divulgados pelo Banco Mundial mostram que a ajuda global para a saúde aumentou de US$ 2,9 bilhões em 1995, para cerca de US$ 15 bilhões em 2007, equivalente a R$ 30 bilhões.

Apesar disso, durante o mesmo período, investimentos em programas de saúde reprodutiva aumentaram um pouco mais de US$ 1 bilhão.

Em comentário sobre o tema, a diretora executiva do Unfpa, Thoraya Obaid, disse que a falta de vontade política para proteger a saúde e os direitos das mulheres impede maiores avanços na área.

Gravidez 

O Unfpa estima que mais de 500 mil mulheres morrem todos os anos de problemas médicos que poderiam ser tratados durante a gravidez.

África é o continente com as mais altas taxas de mortalidade materna. O número de mortes é pelo menos 100 vezes superiores ao dos países ricos.

*Com informação da Rádio ONU.

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