A importância do sapato na vida de George W. Bush | Por Sérgio Jones

Sérgio Antônio Costa Jones é jornalista e colaborador do Jornal Grande Bahia.Sérgio Antônio Costa Jones é jornalista e colaborador do Jornal Grande Bahia.

É curioso como fatos que ocorrem, até mesmo, de forma isolada pode abrir espaços para as mais variadas divagações no cotidiano do cidadão, não importando o local que ele habita no planeta azul chamado Terra. De repente, me deparo com um caso inusitado e que teve merecidamente, espaço e reconhecimento por toda a mídia do mundo, o sapato. A sua história começa a partir de 10 mil a.C., ou seja, no final do Paleolítico, pois pinturas desta época, em cavernas na Espanha e no sul da França, fazem referência ao calçado.

Também há registros no Antigo Egito; na Mesopotâmia eram comuns os sapatos de couro cru; na Grécia Antiga, os gregos chegaram a lançar moda, como a de modelos diferentes para os pés direito e esquerdo; Roma Antiga, o calçado indicava a classe social; Idade Média, tanto homens como mulheres usavam sapatos de couro abertos que tinham uma forma semelhante ao das sapatilhas. Entretanto, a sua padronização da numeração é de origem inglesa. Em meados do século XIX começaram a surgir às máquinas para auxiliar na confecção dos calçados, mas só com a máquina de costura o sapato passou a ser mais acessível.

O leitor pode estar a se perguntar onde eu quero chegar ao fazer uma profunda digressão sobre um fato, para muitos, considerado trivial. Mas, o que eu tento chamar a atenção é que diante de toda esta exposição cronológica, em tempo algum tal utensílio alcançou tanto espaço e visibilidade na sociedade e até mesmo na história da humanidade, como o ocorrido recentemente. Durante a visita do presidente dos Estados Unidos, George Bush, ao Iraque. Participava Bush de uma coletiva com a imprensa local e internacional naquele país. Governo em fim de mandato, o presidente resolveu se despedir dos iraquianos de forma debochada.

Indignado com a atitude do presidente opressor, um empedernido jornalista iraquiano arremessou os seus sapatos contra o indigitado. O repórter “agressor” foi preso e torturado, o que na minha modesta opinião, foi um erro praticado pelas autoridades local. O jornalista deveria pegar, pelo ato praticado, prisão perpétua para servir de exemplo. Sob qual acusação? Poderia inqurir o incauto leitor. Eu respondo, por ter errado o alvo.

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