Plano para modernizar o caótico trânsito existente em Feira é entregue ao prefeito

Diante da difícil situação vivida pelos feirenses no seu dia-a-dia ao transitar pelas principais ruas, avenidas e principalmente no centro da cidade, onde o transeunte realiza verdadeiro malabarismo para não se tornar mais uma vítima no desordenado trânsito de Feira, sem se falar que o pedestre é obrigado, muitas vezes transitar pelas ruas já que as calçadas são ocupadas por motoristas que utilizam indevidamente do local para estacionarem os seus veículos.

Finalmente chegou às mãos do prefeito José Ronaldo de Carvalho, O Plano Diretor de Circulação, Sistema Viário e Tráfego de Feira de Santana. Este foi entregue pelo diretor, André Fialho, da empresa paranaense AGKF. O relatório é resultado de mais de seis meses de estudos e avaliações do trânsito local.

O Plano Diretor consta de observações, análises e idéias que adequarão o setor para as necessidades atuais e futuras. Prevê o alargamento de avenidas – como a de Canal, a adequação da carga e descarga de veículos nas ruas do centro, eficientização da sinalização, instalação de mais semáforos e a sua sincronização, além de propor a criação de 33 novos cruzamentos.

A criação da zona azul, áreas onde os donos dos veículos pagam para estacionar, também foi assinalada no plano. Compreende várias ruas do centro. Prevê a criação de 3,5 mil vagas, com possibilidade de expansão para até quatro mil. É uma medida para a desocupação – e consequentemente criação – de espaços no centro comercial da cidade, privilegiando, assim, os consumidores.

No relatório também consta a criação de uma Central de Controle dos Semáforos, que posteriormente será transformada na Central de Controle de Operações, dotada de câmeras, entre outros equipamentos eletrônicos. Neste local os operadores poderão gerenciar uma situação de emergência, apenas com o controle dos semáforos, por exemplo. A proibição de veículos pesados pelo centro também consta no plano.

São medidas a serem aplicadas a curto, médio e longo prazo. A demanda de tempo deverá atingir o prazo de oito anos. Algumas idéias já foram implantadas, como a intersecção de ruas e avenidas, como a Presidente Dutra – nos cruzamentos com as ruas Barão do Rio Branco e Castro Alves, e entre a Maria Quitéria e a Getúlio Vargas.

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Redação do Jornal Grande Bahia
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