Confusão mental, rato, poder e povo | Por Carlos Lima

O Jornal Grande Bahia (JGB) é um site de notícias com publicações que abrangem as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador, dirigido e editado pelo jornalista e cientista social Carlos Augusto.O Jornal Grande Bahia (JGB) é um site de notícias com publicações que abrangem as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador, dirigido e editado pelo jornalista e cientista social Carlos Augusto.

Confusão mental, rato, poder e povo

Estava preparando-me para escrever uma matéria para o jornal eletrônico www.jornalgrandebahia.com.br/ quando teve início o programa CQC, foi uma zorra, o texto terminou dessa forma: Existem problemas que estão diante dos nossos olhos e não conseguimos enxergar. Eles são fáceis de identificar e além disso, impressionam pelo descuido e a falta de interesse em resolvê-los. Exemplo: um buraco em uma avenida de grande movimentação. O povo e o poder público enxergam, o povo reclama e o poder público não demonstra preocupação em solucionar o problema.

Existem também aqueles que são camuflados, escondidos e não estão diante dos nossos olhos, mas todos sabem que eles existem, exemplo: falta de saneamento básico e tratamento de esgoto. Se mal feito, dá mau cheiro, se não for feito, provoca doença na população. Todos sabem, mas convive com mau cheiro, entupimento, vazamento, acúmulo de detritos, resíduos, inundação, entre outras conseqüências indesejáveis, que estão no uso da pia, do ralo, do chuveiro, da privada, da torneira, afetando exclusivamente o povo. O representante do poder público não convive com esses problemas, não sabe o que é isto, nem aquilo.

– Quem é o rato de esgoto?
– Não quero me comprometer respondendo essa pergunta de duplo sentido!
O rato fareja no escuro, dribla a sujeira e a segurança. Com ajuda de assessores continua desfilando nos corredores do poder público e privado, que também lembra privada.
Não podemos esquecer-nos de suas preocupações com a manutenção da higiene; com qualidade de vida do povo e sua real relação sustentável com a natureza.
– Pergunta-se: o rato se confunde com gestor ou é ao contrário?
– Não me peçam para responder. Seria suicídio programado, nem o CQC resistiria.

Não tem saúde que se instale na residência do rato, só ele sabe driblar a sujeira, balançar o rabo e garantir a liderança em seu habitat. Não existe fidelidade partidária, o que prevalece é a natureza do roedor. Não queira dizer que é uma natureza cidadã. Este rato rasteja imundo, imune e ileso, não demonstra nenhuma preocupação com os fatores que determinam a possibilidade do povo ter acesso ao saneamento básico. Os métodos para acabar com esses roedores incrustados no poder público são únicos. O voto. De quem? A que preço? Quem vai pagar? Cuidado com o Ministério Público!

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Redação do Jornal Grande Bahia
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