Balé Teatro Castro alves em Feira

O Jornal Grande Bahia (JGB) é um site de notícias com publicações que abrangem as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador, dirigido e editado pelo jornalista e cientista social Carlos Augusto.O Jornal Grande Bahia (JGB) é um site de notícias com publicações que abrangem as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador, dirigido e editado pelo jornalista e cientista social Carlos Augusto.

O Balé do Teatro Castro Alves apresenta-se em Feira de Santana nos dias 7 e 8 de novembro de 2008, no Centro de Cultura Amélio Amorim, 20 horas. Entrada franca!!!

Concepção / Teatral e coreografia: Nehle Franke
Música: Criação Trilha Sonora – Flexa II
Estúdio de Gravação – Fernando Varanda e Luciano Bahia
Projeto de Iluminação: Fábio Espírito Santo
Cenografia : Igor Souza (miniusina de criação), Cinthia Santos (miniusina de criação), e Marcos Nunez (miniusina de criação)
Pintura: Igor Souza e Cinthia Santos
Efeitos Especiais: Fritz Guttmann
Assistência de efeitos especiais: Marcos Nunez
Confecção de Objetos: Adriano Passos, Israel Luz, George Santana, Marcos Nunez, Carlos Arnal
Serralheria: Antonio Carlos Arouca (Tozinho)
Costura: Agnaldo Queiroz, Guida Maria, Maria do Carmo, Maria José
Figurino: Diana Moreira e Alice Santos (miniusina de criação)
Assistente de figurino: Vitorino
Costura: Atelier de Costura Dora Moreira, Maria Bárbara, Célia Araújo
Adereços: Alice Santos, Diana Moreira, Carlos Arnal / Moicanos: Luis Santana
Produção de Arte: Alice Santos (miniusina de criação)
Agradecimentos da Miniusina: Naia Alban, Ana Vieira, Antonio de Barros, Neuza Rodrigues, Avaí Santos, Graça Nunes, Dora Moreira.

Elenco: Ájax Vianna, Agnaldo Fonseca, Evandro Macedo, Fátima Berenguer, Flexa II, Gilmar Sampaio, José Sampaio (China), Konstanze Mello, Lila Martins, Lílian Pereira, Luíza Meireles, Maria Ângela Tochilovky, Rosa Barreto, Solange Lucatelli, Sônia Gonçalves e Ticiana Garrido.

“S/ TÍTULO” – INSPIRADO EM ‘A HORA EM QUE NÃO SABÍAMOS NADA UNS DOS OUTROS’, DE PETER HANDKE

A dramaturgia do espetáculo, sem palavras, é revelada a partir de uma composição rítmica entre o espaço vazio e a sua ocupação. Uma praça qualquer: o espaço público, transeuntes anônimos, fragmentos de histórias privadas e resquícios de trajetórias. Corpos no limiar entre a realidade cotidiana e a catástrofe, a distorção desta realidade e o absurdo humano.

Os personagens, transeuntes silenciosos, emergem da cena, como solitários que não se (re)conhecem, integrando-se no paradigma do “ir-e-vir”. Transformados em “imagens atuantes”, estas figuras se desenham e ganham contornos; “biografias silenciosas” que se cruzam, criam constelações, agregam significados, e trazem a tona a simultaneidade paradoxal do mundo contemporâneo – e sua submissão ao perpetuum móbile.

Uma criação coletiva, um encontro entre o teatro e a dança, e seus questionamentos sobre o corpo em cena e a manifestação artística como expressão crítica; processo estimulado por um texto europeu contemporâneo confrontado com o nosso cotidiano diverso e adverso.

Sobre o autor do texto original, que inspirou o espetáculo:

Peter Handke, romancista, poeta e dramaturgo, nascido 1942 na Áustria, é atualmente considerado um dos autores contemporâneos mais importantes da língua alemã, tendo suas peças encenadas por reconhecidos diretores dos palcos mundiais. A peça “A hora em que não sabíamos nada uns dos outros” – que inspirou o processo criativo da presente montagem – foi escrita em 1992, composta apenas por rubricas, e é apontada pela crítica como expoente da dramaturgia pós-moderna.

“O AZUL DE KLEIN”
(ESTRÉIA MAIO/08)

Concepção / Coreografia e Figurino – João Perene
Assistente de coreografia – Anna P. Drehmer
Música especialmente composta – Pepe Cisneros
Cenário – Gilson Rodrigues
Execução de Figurino – Lina Lemos
Projeto de Iluminação – Gerard Laffuste
Elenco: Ajax Vianna, Agnaldo Fonseca, Evandro ou Denílson Couto, Lila Martins, Lílian Pereira, Luíza Meireles, Rosa Barreto ou Maria Ângela Tochilovsky, Solange Lucatelli e Ticiana Garrido.

Yves Klein, artista plástico francês (1928-1962) escreveu seu nome na historia por ter se concentrado em criar um pigmento único de tom azul tão hipnotizaste, cuja missão segundo ele, era unificar o céu e a terra, diluindo assim a linha plana do horizonte.
Foi um artista singular, assim como suas obras. Viveu a criar com sua descoberta, um universo completamente monocromático. Este tom representado nas obras de Klein provoca uma amnésia. O imaterial não permanece na memória, é vivido no momento.
Assim, a coreografia não conta uma história, mas expressa à materialização da sensibilidade, o preenchimento do vazio, a alquimia até a descoberta deste pigmento puro e único. Esta essência é revelada por meios de procedimentos poéticos, delineando a corporalidade como componente fundamental para uma operação tradutória de uma cor.

Compartilhe e Comente

Redes sociais do JGB

Faça uma doação ao JGB

About the Author

Redação do Jornal Grande Bahia
O Jornal Grande Bahia (JGB) é um portal de notícias com sede em Feira de Santana e abrange as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador. Para enviar informações, fazer denúncias ou comunicar erros do jornal mantenha contato através do e-mail: [email protected]