Gás do pum pode ajudar a tratar pressão alta, diz estudo

O Jornal Grande Bahia (JGB) é um site de notícias com publicações que abrangem as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador, dirigido e editado pelo jornalista e cientista social Carlos Augusto.O Jornal Grande Bahia (JGB) é um site de notícias com publicações que abrangem as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador, dirigido e editado pelo jornalista e cientista social Carlos Augusto.

Pequenas quantidade de sulfeto de hidrogênio – um gás tóxico gerado por bactérias que vivem no intestino humano – são responsáveis pelo mau cheiro de flatulências.

Mas o estudo mostra que este gás também é produzido por uma enzima encontrada em células que revestem as veias sanguíneas, chamada CSE, e ele teria o papel de relaxar essas veias e baixar a pressão.

As conclusões, tiradas a partir de um estudo com camundongos, podem levar a novos tratamentos para a pressão alta.

Experiência

No estudo, camundongos geneticamente modificados para ter deficiência da enzima CSE apresentaram níveis de sulfeto de hidrogênio quase nulos, em comparação com camundongos normais.

Os cobaias com deficiência da enzima apresentavam pressão sanguínea cerca de 20% mais alta do que os normais, resultados comparáveis à pressão alta em humanos.

Quando os camundongos modificados receberam um remédio para relaxar as veias – metacolina – não houve diferença, indicando que o gás é responsável pelo relaxamento.

Já se sabe que outro gás, o óxido nítrico, está envolvido no controle da pressão sanguínea.

“Agora que sabemos que o sulfeto de hidrogênio tem um papel no controle da pressão, pode ser possível criar terapias com remédios que aumentem sua produção como alternativa para os atuais métodos de tratamento de hipertensão”, disse o pesquisador Solomon Snyder.

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