China bate duro em informe dos EUA sobre sua força militar

O Jornal Grande Bahia (JGB) é um site de notícias com publicações que abrangem as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador, dirigido e editado pelo jornalista e cientista social Carlos Augusto.O Jornal Grande Bahia (JGB) é um site de notícias com publicações que abrangem as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador, dirigido e editado pelo jornalista e cientista social Carlos Augusto.

”A China expressa seu enérgico descontentamento e firme oposição face ao Informe 2007 do Departamento de Defesa dos Estados Unidos sobre a força militar chinesa, que exagerou intencionalmente esse poderio e seu orçamento militar, perseverando na ‘teoria da ameaça chinesa’, violando gravemente as normas sobre relações internacionais e intervindo grosseiramente em assuntos internos da China”, afirmou Jang Yu, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, indagada pela imprensa. O Informe foi divulgado em Washington no último sábado (26/05/2007).

Jiang Yu disse que ”a China é um país amante da paz, persiste em seu caminho de desenvolvimento pacífico e aplica uma política defensiva de defesa nacional. A China tem sido uma importante promotora da paz regional na Ásia e no Pacífico, e da paz mundial. A opinião pública internacional é o melhor juiz”, afirmou a porta-voz.

”A construção da defesa nacional necessária à salvaguarda da segurança estatal e à integridade territorial é obrigação e dever de qualquer país soberano. A propaganda estadunidense da ‘teoria da ameaça chinesa’ está errada e não vai ter êxito”, agregou Jiang Yu.

”Não deixaremos que separem Taiwan da China”

”Taiwan é parte inalienável do território chinês. A China se opõe decididamente a que qualquer país intervenha em seus assuntos internos. O governo chinês segue a política de ‘reunificação pacífica e um país, dois sistemas”’, disse ainda a funcionária.
”Queremos trabalhar com a maior sinceridade e fazer os maiores esforços na perspectiva da reunificação pacífica da pátria. No entanto, não toleraremos em absoluto a ‘independência de Taiwan’, nem permitiremos que quem quer que seja separe Taiwan da China”, afirmou a porta-voz.

””Instamos os EUA a manter a política de ‘uma China’, respeitar os três comunicados conjuntos sino-estadunidenses, opor-se à ‘independência de Taiwan’, suspender a venda de armas a Taiwan e anular os laços militares com a ilha, sem transmitir qualquer sinalização errônea à força separatista pela ‘independência de Taiwan”’, declarou a porta-voz ministerial.

Informe fala em ”países que apóiam o terorismo”

O informe que motivou a dura condenação de Jiang Yu se concentra nas chamadas ”novas armas” da China e sua hipotética ”ameaça para os EUA”. Em comparação com relatórios semelhantes no passado, põe maior ênfase nas armas e equipamentos militares chineses. Recorrendo a termos como ”maior potencial de conflito com uso de força militar”, propaga a ”ameaça chinesa”.

Exagerando a diferença entre o poderio militar dos dois lados do Estreito de Taiwan, o informe acusa a China de fazer todos os esforços para ”prevenir a independência” da ilha e ”promover a reunificação” chinesa. Também afirma arbitrariamente que a China está acumulando força militar para ”conflitos regionais destinados à disputa de recursos naturais e territórios”. Lança também calúnias ao afirmar que ”em relação a suas necessidades energéticas”, a China estaria intensificando suas relações com países ”que violam os direitos humanos e apóiam o terrorismo internacional e a proliferação nuclear”.

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