Feira de Santana: Estudantes aprendem como o descarte irregular do lixo impacta na proliferação da dengue

Equipe de Educação e Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, discutiu sobre cuidados com o mosquito transmissor da dengue com estudantes da Escola Municipal Professora Francy Silva Barbosa, do Bairro Campo Limpo.

Equipe de Educação e Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, discutiu sobre cuidados com o mosquito transmissor da dengue com estudantes da Escola Municipal Professora Francy Silva Barbosa, do Bairro Campo Limpo.

A poluição ambiental e suas conexões com a dengue. Este foi um dos temas discutidos pela Equipe de Educação e Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, com os estudantes da Escola Municipal Professora Francy Silva Barbosa, do Bairro Campo Limpo, durante sua visita à unidade de ensino nesta terça-feira (09/07/2019). Dilza Pereira da Silva, integrante do grupo, alertou os jovens de que o perigo não está apenas em deixar água parada.

“Sabe aquele saco de salgadinho que a gente come e, às vezes, joga no quintal de casa ou no meio da rua? A tampinha da garrafa pet? Uma casquinha de ovo? Em tudo isso, os mosquitos põem seus ovos. Esses ovos ficam nas paredes desses recipientes e podem sobreviver ali por um ano. Quando eles entram em contato com água, eclodem e aí surgem as larvas que darão origem ao mosquito”, explicou.

A dengue foi um dos principais temas de estudo dos estudantes de 4º e 5º ano da Escola Municipal Professora Francy Silva Barbosa, do bairro Campo Limpo, durante os seus primeiros três meses de aula. A discussão surgiu a partir do estudo da água e suas ramificações – poluição, limpeza, etc. Dentre estes aspectos, os alunos buscaram ampliar seus conhecimentos sobre o mosquito Aedes Aegypti e sua relação com o recurso.

Segundo a coordenadora pedagógica da unidade de ensino, Lêda Pereira da Silva, a ideia de convidar o grupo surgiu após uma agente de endemias mencionar sua existência em uma visita rotineira à escola. Por se tratar de um tema importante, decidiu-se que todas as turmas assistiriam às apresentações, e não somente 4º e 5º ano, como no início dos estudos sobre o tema.

As intervenções da Equipe de Educação e Saúde incluem dramatizações acerca da relação entre macho e fêmea, uso de fantoches (quando crianças forem o público-alvo), explicações sobre as causas que levam ao aparecimento do mosquito em determinado ambiente e o porquê de sua eventual permanência, transmissão de doenças, entre outros aspectos.

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