Aeroporto de Vitória da Conquista gera demanda de empresários para investimentos na região

Fachada e instalações do Aeroporto de Vitória da Conquista (Aeroporto Glauber Rocha).

Fachada e instalações do Aeroporto de Vitória da Conquista (Aeroporto Glauber Rocha).

O novo aeroporto de Vitória da Conquista, que será inaugurado pelo governador Rui Costa na próxima terça-feira (23/07/2019), é uma demanda dos empresários para que novos empreendimentos de médio e grande porte sejam implantados na região. A informação é do superintendente de Atração de Investimentos e Fomento ao Desenvolvimento Econômico, Paulo Guimarães. “Tem empresários que chegaram aqui e colocaram isso como pré-requisito para implantação de uma fábrica, que ela estivesse no máximo a uma hora de um aeroporto, porque os dirigentes precisam se movimentar”.

Guimarães afirma que todo investimento em infraestrutura é importante e ajuda no desenvolvimento da região de Vitória da Conquista. “Conquista, em particular, a terceira maior cidade do estado, tem recebido uma série de investimentos ao longo dos últimos anos. A própria Desenbahia indica que muitos empreendedores da região têm solicitado financiamento para indústrias de pequeno e médio porte. Aquela é a nossa maior cidade próxima de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, portanto, é uma cidade com uma perspectiva de interação interestadual muito grande”.

O superintendente afirma que foi essa necessidade de aumentar o número de linhas aéreas e o fluxo de passageiros no interior da Bahia que motivou o Governo do Estado, há cerca de três semanas, a reduzir o ICMS para a área aeroviária. “Com isso, o governador anunciou 161 novos voos aqui para a Bahia, alguns deles para Vitória da Conquista, que é uma das cidades pólo mais importantes do estado”.

Vocação logística

Guimarães garante que o aeroporto de Vitória da Conquista tem vocação logística. “Uma das coisas que se precisa desenvolver é o aeroporto como um modal logístico para determinados tipos de produtos. Há muitos produtos que é mais interessante de serem encaminhados para seus consumidores por via aérea, como produtos perecíveis, medicamentos, flores e outras coisas que precisam ser transportadas com muita rapidez. O transporte rodoviário desses produtos fica muito caro. A via aérea, às vezes, é mais fácil e barata a depender da distância e da frequência de voos. Por isso a frequência de voos é tão importante”.

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Perfil do Autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), Associação Brasileira de Imprensa (ABI Nacional, Matrícula nº E-002907) e Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).