Vereador critica comercialização de lojas no Shopping Popular de Feira de Santana; Líder governista esclarece destinação de lojas aos comerciantes

José Menezes (Zé Filé): vão ser 5 mil metros para comercializar com os lojistas. Se a Prefeitura estivesse mesmo preocupada com o pobre do ambulante, esta área seria destinada a novos boxes.

José Menezes (Zé Filé): vão ser 5 mil metros para comercializar com os lojistas. Se a Prefeitura estivesse mesmo preocupada com o pobre do ambulante, esta área seria destinada a novos boxes.

O Feirão de Lançamento do Centro Comercial Popular, conhecido por Shopping Popular, foi alvo das críticas do vereador José Menezes (Zé Filé, PROS), nesta terça-feira (11/06/2019), na Câmara Municipal de Feira de Santana.

O evento que ocorrerá na próxima quinta-feira (13) é direcionado aos comerciantes da região. “Vão ser 5 mil metros para comercializar com os lojistas. Se a Prefeitura estivesse mesmo preocupada com o pobre do ambulante, esta área seria destinada a novos boxes. O espaço comportaria mais mil camelôs”, avaliou.

O parlamentar explicou que o Governo Municipal investiu R$ 13 milhões no empreendimento, “mas os empresários não querem investir nada, querem vender os espaços para colocar o dinheiro na obra. Querem ter 100% de lucro”.

Zé Filé ainda acusou o secretário de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Settdec), Antônio Carlos Borges Júnior, de mentir para os vereadores. “Ele mentiu. Disse que seriam apenas 30 lojas comercializadas para bancos, âncoras e serviços. O número é muito superior”.

Marcos Lima esclarece sobre as vagas do Shopping Popular

O líder da bancada governista, Marcos Lima (Patriota), utilizou o seu tempo na tribuna para abordar a destinação de lojas aos comerciantes no Shopping Popular.

O vereador esclareceu que os 1800 vendedores ambulantes que foram cadastrados pela prefeitura terão suas vagas garantidas no empreendimento. Ele ainda completou que as 30 lojas destinadas aos grandes comerciários serão vendidas em feirão realizado na quinta-feira (13), e caso não sejam vendidas, poderão ser rateadas e destinadas aos camelôs da cidade.

Em aparte, o vereador Luiz Ferreira Dias (PPL), questionou a falta de transparência nos tramites da construção e distribuição de lojas do Shopping Popular, ressaltando que serão destinados aos grandes comerciários o espaço de 5 mil metros quadrados.

De volta com a palavra, Marcos Lima elucidou que estes 5 mil metros quadrados correspondem ao espaço das 30 lojas e reafirmou que este espaço poderá ser rateado, caso não seja vendido durante o feirão.

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