Vereador Carlos Bolsonaro empregou no Rio de Janeiro parentes da madrasta que viviam em Minas Gerais, revela Reportagem da Revista Época

Revista Época relata que o vereador Carlos Bolsonaro empregou madrasta e parentes na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

Revista Época relata que o vereador Carlos Bolsonaro empregou madrasta e parentes na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

Reportagem de Juliana Dal Piva e Juliana Castro, veiculada na Revista Época desta quinta-feira (20/06/2019), com título ‘Carlos Bolsonaro empregou no Rio de Janeiro parentes da madrasta que viviam em Minas Gerais’, aborda contratações realizadas pelo vereador do PSL, filho do presidente Jair Bolsonaro. Segundo a matéria, Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro, foi assessora-chefe no gabinete do vereador e contratou mais sete familiares

Confira trecho da reportagem Carlos Bolsonaro empregou no Rio de Janeiro parentes da madrasta que viviam em Minas Gerais’

O filho do presidente Jair Bolsonaro e vereador na cidade do Rio, Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), empregou a madrasta, Ana Cristina Siqueira Valle, e sete de seus familiares na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

ÉPOCA constatou, porém, que alguns deles jamais moraram no Rio ou pisaram no prédio histórico onde trabalham os vereadores, localizado na Cinelândia. Pelo contrário, até moravam em outro estado. Em Juiz de Fora, no Sul de Minas Gerais, a 185 quilômetros do Rio, a reportagem abordou Marta Valle, cunhada de Ana Cristina, saindo do trabalho de professora infantil.

“Não trabalhei em nenhum gabinete, não. Minha família lá que trabalhou, mas eu não”, disse ela. Marta, porém, passou sete anos e quatro meses lotada no gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara dos Vereadores do Rio. Não foi a única.

Anteriormente, reportagens de O Globo e ÉPOCA mencionaram nomeações de parentes de Ana Cristina Valle relacionadas ao gabinete de Jair Bolsonaro (quando exerceu mandatos de deputado federal) e Flávio Bolsonaro (no período em que foi deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio). O Ministério Público apura se os funcionários devolviam parte de seus salários ou seu valor integral para os parlamentares, a chamada “rachadinha”.

Os detalhes sobre as nomeações suspeitas no gabinete de Carlos Bolsonaro estão em reportagem de ÉPOCA desta semana: “O cabide de empregos criado pelos Bolsonaros nos últimos 20 anos” .

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