Ex-ministro do Governo Rousseff, Joaquim Levy pede demissão da presidência do BNDES, após crítica pública de Jair Bolsonaro; Gustavo Franco e Salim Mattar são cotados para vaga

Ex-ministro do Governo Rousseff, Joaquim Levy pede demissão da presidência do BNDES, em 15 de junho de 2019.

Ex-ministro do Governo Rousseff, Joaquim Levy pede demissão da presidência do BNDES.

O presidente do BNDES, Joaquim Levy, entregou o cargo ao ministro da Economia, Paulo Guedes. Em mensagem divulgada na manhã deste domingo, Levy elogiou seus diretores. Um deles, Marcos Pinto, que pediu demissão ontem, foi a razão da crise com o presidente da República, por ter trabalhado em gestão petista.

Mensagem de Joaquim Levy

“Solicitei ao ministro da Economia, Paulo Guedes, meu desligamento do BNDES. Minha expectativa é que ele aceda. Agradeço ao ministro o convite para servir ao país e desejo sucesso nas reformas.

Agradeço também, por oportuno, a lealdade, dedicação e determinação da minha diretoria. E, especialmente, agradeço aos inúmeros funcionários do BNDES, que têm colaborado com energia e seriedade para transformar o banco, possibilitando que ele responda plenamente aos novos desafios do financiamento do desenvolvimento, atendendo às muitas necessidades da nossa população e confirmando sua vocação e longa tradição de excelência e responsabilidade”

Joaquim Levy

Brasília, 16 de junho de 2019

Gustavo Franco e Salim Mattar são cotados para substituir Levy

Segundo Estadão/Broadcast, ão os mais cotados para substituir o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central que assumiu a presidência do conselho do BNDES neste ano, e Salim Mattar, secretário especial de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia. Também estão cotados Carlos Thadeu de Freitas, ex-diretor do banco, e Solange Vieira, funcionária de carreira do BNDES e atual presidente da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Bolsonaro demite 3 militares em 3 dias

Entre a quarta-feira (12/06/2019) e sexta-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro demitiu três militares cargos de confiança: Carlos Alberto dos Santos Cruz (ministro da Secretaria de Governo), Franklimberg Freitas (presidente da Funai) e o general Juarez de Paula Cunha (presidente dos Correios).

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