UFRB apresenta impactos do bloqueio orçamentário do MEC em reunião do CONSUNI

Conselho Universitário da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia reuniu-se em sessão extraordinária, na Sala dos Conselhos, no Prédio da Reitoria, para discutir os impactos dos bloqueios orçamentários na UFRB.

Conselho Universitário da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia reuniu-se em sessão extraordinária, na Sala dos Conselhos, no Prédio da Reitoria, para discutir os impactos dos bloqueios orçamentários na UFRB.

O Conselho Universitário (CONSUNI) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) reuniu-se em sessão extraordinária, na última quinta-feira (09/05/2019), na Sala dos Conselhos, no Prédio da Reitoria, em Cruz das Almas, para discutir os impactos dos bloqueios orçamentários na UFRB, a partir do anúncio do Ministério da Educação (MEC).

Segundo a apresentação do pró-reitor de Planejamento, professor José Pereira Mascarenhas Bisneto, aos conselheiros do CONSUNI e aos estudantes dos campi da UFRB presentes à sessão, foram bloqueados 32,92% dos recursos previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) para a instituição gerenciar no pagamento de custeio e manutenção de suas estruturas físicas.

Em valores reais foi bloqueado pelo MEC o montante de R$ 16.329.642,00 (dezesseis milhões, trezentos e vinte e nove mil, seiscentos e quarenta e dois reais) de um orçamento de R$ 51.067.373,00 (cinquenta e um milhões, sessenta e sete mil, trezentos e setenta e três reais).

José Mascarenhas, pró-reitor de Planejamento, apresenta o orçamento da UFRB.José Mascarenhas, pró-reitor de Planejamento, apresenta o orçamento da UFRB no CONSUNI.

A rubrica do orçamento bloqueado é responsável pelo pagamento de contratos de pessoal terceirizado (vigilância e limpeza); energia elétrica; locação de imóveis; combustível e manutenção dos veículos; pagamentos de água e energia elétrica, serviços de telefonia e internet.

Segundo os cálculos apresentados pela Pró-Reitoria de Planejamento, a UFRB tem recursos para manter frente ao pagamento desses contratos até o mês de agosto de 2019.

“O orçamento para pagamento dos contratos já firmados dá para no máximo oito dos doze meses”, explicou José Mascarenhas.

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