Frente Parlamentar em Defesa da Convivência com o Semiárido é instalada na Câmara dos Deputados

Frente Parlamentar em Defesa da Convivência com o Semiárido é instalada na Câmara dos Deputados.

Frente Parlamentar em Defesa da Convivência com o Semiárido da Câmara dos Deputados deve defender, entre outras, ações que melhorem o acesso à água nesses municípios.

A escassez de água e a aridez do solo são as principais características de delimitação do semiárido, que abrange mais de 1,2 mil municípios, de dez estados brasileiros. Lá, vivem 26 milhões de pessoas, sendo 1,7 milhão no meio rural. Garantir políticas públicas específicas para a região no próximo Plano Plurianual (PPA), que vale para os próximos quatro anos (2020-2023), será o primeiro desafio da Frente Parlamentar em Defesa da Convivência com o Semiárido. Frente Parlamentar foi lançada na quarta-feira (24/04/2019), na Câmara dos Deputados.

Mais de 200 parlamentares compõem a frente, criada com o apoio de organizações da sociedade civil. “A nossa missão será cobrar do governo Bolsonaro investimentos nas políticas de convivência com o semiárido. A maior demanda é a de acesso à água para consumo e produção de alimentos, questão básica para a condição humana”, explica o presidente da frente, deputado Carlos Veras (PT-PE).

Veras lembra que as políticas de convivência com a seca representam uma mudança da relação do Estado com a região, movimento que se iniciou, apenas, nos anos de 1980 e ganhou força no governo Lula. “Um exemplo é o Programa Cisternas, criado em 2003, responsável pela implantação de mais de 1,3 milhão de tecnologias para captação e armazenamento de água”, disse.

O semiárido 

Com 1.200 municípios espalhados por dez estados, o semiárido brasileiro depende de políticas públicas para vencer desafios como a falta de água e a aridez do solo. Uma frente parlamentar com mais de 200 deputados e senadores quer garantir recursos orçamentários para a região.

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Perfil do Autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), Associação Brasileira de Imprensa (ABI Nacional, Matrícula nº E-002907) e Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).