Editorial: Inocentes úteis ou agitadores, seguidores do presidente Jair Bolsonaro pregam fechamento do Congresso Nacional e do STF

Rebanho do presidente Jair Bolsonaro prossegue com discurso do ódio na internet e marcam manifestação para o dia 26 de maio de 2019.

Rebanho do presidente Jair Bolsonaro prossegue com discurso do ódio na internet e marcam manifestação para o dia 26 de maio de 2019.

Os seguidores de Jair Bolsonaro (PSL-RJ), presidente da República, reagem a eminente queda do débil desgoverno que conduz a nação à recessão econômica, carestia dos preços controlados, desemprego estrutural, ampliação da pobreza, desinvestimento na educação e saúde, ampliação da repressão policial, culminado com acusações de casos de corrupção que envolvem familiares em primeiro grau do mandatário. Inocentes úteis ou agitadores, os discípulos pregam o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Postagens nas redes sociais, principalmente WhatsApp, convocam o rebanho do decadente presidente Jair Bolsonaro para que participem das manifestações, que devem ocorrer em diferentes cidades do país, no dia 26 de maio de 2019 (domingo).

A leitura das postagens indica a debilidade mental destes seguidores, que tentam verbalizar as frustações pessoais através do discurso do ódio de todos contra tudo. Neste aspecto, utilizam Deus como retórica vazia, na vã ilusão de poder galvanizar apoios.

No contexto, o que conseguem é apenas externar o desespero em que se encontram, no momento em que as distopias dos medíocres pensamentos se esvaem na decadente realidade de um presidente que destrói os fundamentos da Nação, para nada colocar no lugar, a não ser o ódio.

Sintomático da insistente desinteligência do decrescente grupo de apoiadores do presidente é o jornalista Alexandre Garcia, que, afônico, ao fazer leitura de artigo em defesa de Jair Bolsonaro, evidencia a fragilidade dos argumentos diante da materialidade dos fatos, ou seja, de que a política econômica e social do Governo Bolsonaro é um desastre completo.

Por fim, a história ensina que o mal, quando não é detido, assume formas ainda mais violentas, a exemplo do Nazismo na Alemanha, comandada pelo austríaco Adolf Hitler; o Fascismo, imposto ao povo da Itália por Benito Mussolini ou, para não atravessar o oceano Atlântico, a Ditadura Chilena comandada por Augusto Pinochet.

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Perfil do Autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), Associação Brasileira de Imprensa (ABI Nacional, Matrícula nº E-002907) e Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).