Agricultores doarão a entidades assistenciais de Feira de Snatana a mesma quantidade recebida de sementes

Secretário de Agricultura, Joedilson Freitas, seu reuniu com administradores, agentes e presidentes de associações comunitárias, no Teatro Ângela Oliveira, onde fez uma ampla explanação sobre a iniciativa do governo municipal.

Secretário de Agricultura, Joedilson Freitas, seu reuniu com administradores, agentes e presidentes de associações comunitárias, no Teatro Ângela Oliveira, onde fez uma ampla explanação sobre a iniciativa do governo municipal.

Se o tempo colaborar, as entidades assistenciais com atuação em Feira de Santana receberão feijão e milho na mesma quantidade que será doada aos pequenos agricultores pela Prefeitura, para a próxima safra de inverno.

Este tipo de doação vai acontecer pela primeira vez em Feira de Santana. A inciativa do Governo do prefeito Colbert Martins Filho – desde que o tempo seja o ideal para uma boa safra, poderá abastecer as despensas destas instituições durante meses.

Cada uma das 15.271 famílias de pequenos agricultores receberá, dentro de mais alguns dias, quatro litros de feijão e dois litros de milho – a mesma quantidade a ser doada -suficiente para plantar cerca de três tarefas de terra.

O secretário de Agricultura, Joedilson Freitas, seu reuniu com administradores, agentes e presidentes de associações comunitárias, no Teatro Ângela Oliveira, onde fez uma ampla explanação sobre a iniciativa do governo municipal.

Joedilson Freitas disse que os presentes ao encontro agirão como multiplicadores de informações a seus pares nos distritos e os orientou como proceder, quando do recebimento do feijão e do milho, bem como a entrega por parte dos agricultores.

Dentro de mais alguns dias as sementes serão encaminhadas para as 126 associações que se responsabilizam pelas entregas aos agricultores. “Esta é a parte social que a Prefeitura e agricultores farão”, disse o secretário. As entidades beneficiadas serão definidas pela Secretaria de Desenvolvimento Social.

Para Joedilson Freitas, situações diversas inviabilizam a formação de um banco comunitário de sementes. O acondicionamento – existe a possibilidade do mofo, a baixa qualidade do que é estocado, são fatores que dificultam a guarda das sementes.

O ideal, afirma, é que os agricultores forem seus bancos individuais, em garrafas PET, com o que existir de melhor das suas roças. “Eles, que vivem o dia a dia das suas plantações, sabem quais são as melhores vagens de feijão e os melhores grãos de milho”. Ele estava acompanhado por Antônio Joel, da Seagri.

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