“Exército não matou ninguém”, afirma presidente Jair Bolsonaro após músico ser fuzilado por militares no Rio de Janeiro; Fascistas, dementados e mentecaptos são recorrentes em negar fatos

Jair Bolsonaro, presidente da República, comanda desgoverno do país.

O presidente Jair Bolsonaro classificou a ação como um “incidente” e afirmou “lamentar a morte de um cidadão trabalhador e honesto”. Fascistas, dementados e mentecaptos são recorrentes em negar fatos.

Cinco dias após a morte por fuzilamento do músico Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos, no Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro se manifestou pela primeira vez sobre o caso. Ele afirmou nesta sexta-feira (12/04/2019), no evento de inauguração do aeroporto de Macapá, “lamentar a morte do cidadão trabalhador e honesto”, mas classificou a ação como um “incidente”. Bolsonaro ressaltou ainda que “o Exército não matou ninguém”, que “o Exército é do povo e não se pode acusar o povo de ser assassino”.

No último domingo, o músico foi vítima de, pelo menos, 80 tiros de fuzil disparados por soldados do Exército, que dizem ter confundido o carro de Evaldo com o de criminosos.

Até a declaração desta sexta, o governo federal só havia só havia se manifestado sobre o caso por meio do porta-voz Otávio Rêgo. Na ocasião, ele disse que “não existe essa de jogar para debaixo do tapete” e que o responsável pela morte de Evaldo dos Santos Rosa será responsabilizado.

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