Deputada Gleisi Hoffmann acusa força-tarefa do Caso Lava Jato de corrupção, formação de quadrilha e mais dois crimes; Confira vídeo

Para deputada Gleisi Hoffmann, operações e acordos com Petrobras e Odebrecht mediados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, configuram também lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Para deputada Gleisi Hoffmann, operações e acordos com Petrobras e Odebrecht mediados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, configuram também lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Ao lembrar que no próximo domingo (7) se completa um ano da prisão política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e começa a Jornada Lula Livre, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) fez um duro discurso na tribuna da Câmara no final da manhã de hoje (04/04/2019). Ela acusou os membros da força-tarefa do Caso Lava Jato de incorrer em quatro crimes: corrupção passiva, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e organização criminosa.

“Quem teria que estar preso não era Lula. Quem teria que estar preso é Deltan  Dallagnol e Sérgio Moro, porque incidiram em crime. Primeiro, de corrupção passiva, artigo 317 do Código Penal, ao entregar informações relevantes aos Estados Unidos e Suíça, para prejudicar as empresas e o Brasil. E receberam por isso”, disse a deputada e presidenta nacional do partido.

A petista paranaense declarou ao microfone que Lula “é vítima de um power point” do procurador Deltan Dallagonl e da perseguição “implacável” do juiz Sergio Moro, atual ministro da Justiça. “Agora descobrimos que tudo isso tem algo mais forte por trás, além das condenações”.

Ela mencionou interesses do Departamento de Justiça norte-americano, “que desde 2009 treina os componentes da força-tarefa da Lava Jato”. Ela citou “o acordo com a Odebrecht na Suíça mediado pelos Estados Unidos”.

A parlamentar afirmou que o entendimento celebrado pela força-tarefa com a Petrobras “é um acordo de lesa-pátria”. “Incorreram no crime de lavagem de dinheiro, Lei 9.613. Criaram um fundo que já tem dinheiro e queriam criar uma fundação, a despeito da PGR, para receber dinheiro em troca das informações. Isso é lavagem de dinheiro”, disse.

A petista continuou, dizendo que os membros da Lava Jato “atuaram de maneira organizada e hierárquica para desviar recursos públicos por fora do orçamento ao colocar esses recursos num fundo e numa fundação: portanto, incorrem em formação de quadrilha, artigo 288 do Código penal”.

Por fim, de acordo com Gleisi, “usaram recursos obtidos de forma ilícita”, para sustentar e promover atividades de interesse pessoal, de seus gestores, além de interferir em questões de governo. “Isso é organização criminosa, Lei 12.850”. A Lava Jato arrecadou RS$ 9,3 bilhões com os acordos, segundo ela. A deputada acrescentou: “Acuso a Operação Lava Jato de incorrer em quatro crimes, deixando preso um homem inocente. Mas nós vamos resistir e tirar a limpo isso.”.

*Com informações da Rede Brasil Atual (RBA)

Gleisi Hoffmann: Quem teria que estar preso não era Lula. Quem teria que estar preso é Deltan Dallagnol e Sérgio Moro.

Gleisi Hoffmann: Quem teria que estar preso não era Lula. Quem teria que estar preso é Deltan Dallagnol e Sérgio Moro.

Confira vídeo

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