O fascismo virtual e real Bolsonarista: o terror de estado e os famigerados “Grupos de Watzap” | Por Carlos Augusto

Presidente Jair Bolsonaro e os membros do gabinete, durante ato de posse em 1º de janeiro de 2019. Governo é marcado por fragilidade intelectual e contradições de poder.

Presidente Jair Bolsonaro e os membros do gabinete, durante ato de posse em 1º de janeiro de 2019. Governo é marcado por fragilidade intelectual e contradições de poder.

Caros Amigos

Talvez alguns de vocês não saibam do pesadelo e horror que circula nos famigerados “grupos de watzap” que seus queridos familiares e amigos participam ativamente.

Nem os geniais escritores George Orwell (1984) ou Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo) foram capazes de prever tanta desgraça. Nem sequer os cineastas Ridley Scott (Laranja Mecânica) ou Milos Forman (Estranho no ninho).

No 1984 de George Orwell a forma de terror e controle social ocorria pela “teletela”, de onde o Big Brother (Grande Irmão) tudo vê.

Hoje são as famigeradas “redes sociais” de líderes de extrema-direita que são, de fato, líderes youtubers, governam pelo Twitter e mobilizam seus apoiadores vampirizados pelos grupos de watzap.

Nem nos meus piores pesadelos imaginei ver meus queridos familiares e amigos tão bestializados e entorpecidos.

Nesses grupos de watzap da “nova era” bolsonarista, grupos dos queridos tios e tias, existe permanentemente uma “ameaça comunista” e “ameaça petista” a tudo que não seja da enlouquecida ideologia bolsonarista. Declararam guerra a tudo que não seja de louvação à loucura que se entronizou no poder.

Espumam ódio ao que não conhecem e que está na pauta da extrema-direita trumpista: não conhecem um mulçumano sequer mais os odeiam; querem invadir a Venezuela … e criaram uma maligna teoria que o tal governo tem que tomar as terras indígenas da Serra da Raposa (Roraima) e entregar para os grileiros, ou então Maduro vai anexá-las a Venezuela.

Enquanto isso, Nicolau Maduro brada indignado:

– Locos! Son locos!… E haja maligna loucura.

Todavia, não subestimem os loucos. Na democracia eles são tratados pelos psiquiatras; nas ditaduras eles nos governam – e vivemos na pior das ditaduras, a suposta “ditadura da maioria”.

De fato, o que aqui denominamos de “loucura bolsonarista” é uma maligna estratégia de dominação e vampirização do homem comum.

Sofrem de idiotia os indivíduos vampirizados, bestializados e entorpecidos pelo fascismo bolsonarista? Aparentemente não.

Como não tenho a explicação convincente da psicologia social para a idiotia e infâmia que tomou conta dos indivíduos encarnados, nossos compatriotas, o que vejo são estes indivíduos “aparelhados” com os malignos malfazejos, desencarnados.

O termo “aparelhado” aí, na Ciência Espírita, significa que os seres trevosos (invisíveis a alguns) que circulam aqui na Crosta Terrestre roubaram a alma de muitos infelizes brasileiros, os bestializando, os bolsonarizando.

Qual o objetivo do maldito inimigo? Do demônio? Bem, se você que me lê não crê nessas forças destrutivas invisíveis, pelo menos sabe que existe o mal, que existe uma cognição maléfica – isto é do conhecimento filosófico.

O objetivo do demônio, que no Brasil se apresenta com o nome Bolsonaro, é disseminar a infelicidade, a doença, a guerra e a morte.

O inimigo que veio nos destruir foi entronizado!

E não subestimem este ser que se apresenta com o nome Bolsonaro. Aquele ex-deputado idiota e tosco do baixo clero da Câmara Federal é, de fato, muitos. Uma legião.

Um espírito imundo “aparelhava” o corpo e a mente de um homem enfermo, o enlouquecendo.

Jesus o interrogou: “Qual é o teu nome?” Respondeu ele: “Meu nome é Legião, porque somos muitos”.

Por isso, o boçal e ignorante indivíduo que se denomina Bolsonaro é , de fato, Legião. Existe entre eles seres altamente preparados com uma perversa e maligna cognição. Witzel, Moro, Dória … Não se enganem.

Ah … e os brucutus… são de arrepiar. Gorilas fardados ou de pijama, Vilas Boas e mourões… prontos para encarcerar, torturar, matar ou banir do país o opositor as suas malignidades.

Boa notícia: o mal destrói o próprio mal. É inerente ao maligno. Na icônica série cinematográfica Star War o Imperador do lado sombrio da Força, que prepara o seu discípulo e sucessor, sabe que será traído e morto por ele.

Recordem que o inimigo do mal era o mal: nazismo alemão e comunismo soviético se enfrentaram e se destruíram. Isto é, a semidestruída União Soviética dilacerou o inimigo alemão.

Quem é mais vulnerável ao aparelhamento com o maldito são os religiosos. Se for Médium então … pior. E com pesar vejo queridos irmãos de fé se tornarem satanistas.

“Senhor Deus dos desgraçados

Dizei-me vós Senhor Deus

Se eu deliro ou se é verdade

Tanto horror perante aos céus”

*Carlos Augusto, cientista social e jornalista.

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Perfil do Autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), Associação Brasileira de Imprensa (ABI Nacional, Matrícula nº E-002907) e Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia).